Hipertensão arterial sistêmica é o termo usado quando o valor da pressão arterial ultrapassa um valor arbitrado (determinado cientificamente) em decorrência de aumento do risco de eventos cardiovasculares associados a esse valor.
A hipertensão arterial é uma das maiores causas de morbimortalidade cardiovascular na população adulta do mundo ocidental.
► diferença entre hipertensão arterial primária e secundária;
► esfigmomanometria — técnica correta da medida indireta da pressão arterial — método auscultatório;
► diferença entre urgências e emergências hipertensivas;
► avaliação laboratorial inicial da hipertensão arterial.
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Uma paciente de 71 anos de idade e com antecedente de hipertensão arterial e diabetes havia 15 anos compareceu ao ambulatório com queixa de dispneia. Havia um ano, iniciou um quadro de dispneia progressiva, inicialmente aos esforços maiores que os habituais, tendo evoluído, no último mês, para dispneia aos esforços habituais como caminhar no plano. Relatou uso regular de enalapril, anlodipino e metformina nas doses máximas preconizadas. Ao exame físico, apresentava-se normocorada, com IMC de 31,4 kg/m2, frequência cardíaca de 104 bpm, pressão arterial de 132 mmHg × 76 mmHg, saturação de O2 (em ar ambiente) de 94%, estertores crepitantes em bases pulmonares bilateralmente, ritmo cardíaco irre…
As infecções hospitalares são aquelas que acontecem depois de 48 horas da admissão do paciente ou após realização de qualquer procedimento invasivo, e podem se manifestar durante a internação ou após a alta. As mais comuns são: pneumonia, em especial associada à ventilação mecânica; infecção de corrente sanguínea, principalmente associada ao cateter central; infecções do trato urinário associada ao cateter urinário; e as de sítio cirúrgico.
Elas acarretam aumento do tempo de internação, podendo contribuir ou até causar o óbito do paciente. São dos eventos adversos mais frequentes nos hospitais, caracterizando-se como problema de saúde pública.
Durante a pandemia da covid-19, os pacientes que…
Paciente do sexo masculino, com 76 anos de idade, com antecedente de hipertensão arterial sistêmica havia quinze anos, em uso regular de losartana 50 mg duas vezes ao dia, relatou, em atendimento no pronto-socorro, palpitações de início súbito havia três dias. Negou dor torácica, síncope, dispneia, sudorese ou tontura associada. Não referiu sinais ou sintomas infecciosos ou uso recente de estimulantes. Negou também tabagismo, etilismo ou outras comorbidades.
Ao exame físico na admissão, o paciente encontrava-se consciente, orientado, eupneico, normocorado, hidratado e em bom estado geral. Apresentava frequência respiratória de 22 rpm, pressão arterial de 146 mmHg × 78 mmHg e frequência cardí…




