Em determinado Estado da federação, a cobrança de contribuição previdenciária de policiais militares e bombeiros militares estaduais inativos, bem como de seus pensionistas, que era realizada com base em lei estadual, mediante desconto de um percentual sobre o importe que ultrapassasse o valor do teto do Regime Geral de Previdência Social, passou a ser feita nos termos de lei federal, que, em dezembro de 2019, fixou alíquota para referida contribuição, a incidir sobre o total de estipêndios do inativo ou pensionista, de modo uniforme para todos os Estados.
Diante da mudança, que acarretou prejuízo pecuniário aos inativos e pensionistas do Estado em questão, a associação que congrega, exclusivamente, os membros ativos, inativos e pensionistas das corporações estaduais mencionadas, atuando na defesa de seus interesses, ajuizou, em prol de seus associados afetados e independentemente de autorização deles, mandado de segurança coletivo, pleiteando que se determinasse à autoridade coatora que cessasse a cobrança da contribuição previdenciária da forma atual e voltasse a efetuá-la de acordo com a sistemática da lei estadual, declarando-se incidentalmente a inconstitucionalidade da disciplina da matéria por meio de lei federal.
Considerando esses elementos à luz das normas constitucionais e legais pertinentes e da jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, responda justificadamente:
a. É admissível a impetração do mandado de segurança coletivo quando:
a.1 à legitimidade para a propositura?
a.2 ao pedido?
b. No mérito, procede a alegação de inconstitucionalidade da lei federal?
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