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Ano
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Q98625 | Direito Tributário
Banca: ESAFVer cursos
Ano: 2007
Órgao: PGFN - Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional
Cargo: Procurador da Fazenda Nacional

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A empresa Cruzeiro Ltda., inconformada com a existência de débitos tributários em seu nome, de divida contraída por empresa da qual é sucessora, apresentou, junto à fazenda Pública, impugnação, sob a alegação de que o tributo reclamado e as multas dele decorrentes foram saldados. Ressaltou, ainda, que a multa cobrada, por ter caráter de penalidade e, portanto, ser pessoal, não poderia sequer ser a ela atribuída. Com a negativa do pedido administrativo, apresentou recurso direcionado à autoridade superior e, concomitantemente, ajuizou a competente ação judicial, requerendo, além do afastamento do indébito, a devolução de valores, à época, pagos a maior, acrescidos de correção monetâria e juros moratórios de 1% ao mês.



Com base na narrativa, e sob a luz da mais recente orientação do Supremo Tribunal Federal e do Superior Tribunal de Justiça, responda de forma fundamentada:

a) Considerando as regras de sucessão empresarial, sob a esfera da responsabilidade tributária, é possível atribuir à empresa Cruzeiro Ltda. a obrigação pelo pagamento de, multas oriundas de débitos tributários da empresa que sucedeu?

b) Para o conhecimento do recurso administrativo, pela autoridade fiscal, é exiglvel depósito prévio?

c) Não obstante a regra contida no parágrafo único do art. 38 da lei n. 6.830180, pode a empresa Cruzeiro Ltda. valer-se, simultaneamente, das vias administrativa e judicial para a discussão da mesma matéria?

d) Tendo em vista o art. 1º-F da lei n. 9.494/97, que estabelece que “os juros de mora, nas condenações impostas à Fazenda Pública para pagamento de verbas remuneratórias devidas a servidores e empregados públicos, não poderá ultrapassar o percentual de 6% ao ano”, e considerando o principio da isonomia, opine quanto à possibilidade de condenação da Fazenda Pública na repetição do indébito, acrescido de juros moratórios de 1 % ao mês.

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