- Caracterize amostra aleatória simples e amostra estratificada, com técnicas probabilísticas.
- Caracterize amostra intencional e amostra por quotas, com técnicas não-probabilísticas.
- Apresente as vantagens e desvantagens do uso da amostragem probabilística em relação à amostragem não-probabilística nas pesquisas de opinião.
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A tabela abaixo retrata a síntese das informações referentes ao consumo residencial de energia elétrica provenientes de duas amostras aleatórias de um total de 64 bairros selecionados. A amostra 1 é composta pelo consumo residencial de 30 bairros que foram selecionados dentro da região metropolitana de um Estado; os outros 34 bairros, todos localizados fora da região metropolitana do mesmo Estado, integram a amostra 2. Suponha que as amostras sejam oriundas de populações normais.

a) Considerando todos os bairros da amostra e a distribuição exata do estimador utilizado para estimar a média amostral, construa um intervalo bilateral de 95% de confiança para o consumo médio residencial de energ…
No âmbito de uma fiscalização na área de educação superior, uma equipe de auditoria precisou levantar informações sobre a renda média familiar dos alunos de uma Universidade Federal, relativas às seguintes áreas: biomédicas, tecnológicas e humanas. A equipe ficou na dúvida entre realizar um censo e uma amostragem. Por fim, acabou optando pela amostragem.
Com base na hipótese acima, elabore um texto dissertativo respondendo as seguintes perguntas:
- Apresente a diferença entre censo e amostragem. Cite 2 vantagens da utilização da amostragem.
- Descreva os passos necessários para a obtenção dos dados amostrais, justificando o plano amostral por você escolhido.
- Discuta como você compararia a renda…
A pandemia de COVID-19 evidenciou a importância da integração entre governo, instituições de pesquisa e setor produtivo. No Brasil, a Lei de Inovação (Lei nº 10.973/2004, alterada pela Lei nº 13.243/2016) permitiu a utilização de instrumentos como encomendas tecnológicas, transferência de tecnologia e compartilhamento de infraestrutura, viabilizando acordos entre institutos nacionais — como Fiocruz e Butantan — e farmacêuticas internacionais para a produção de vacinas em território nacional. Tal experiência revelou como a legislação pode contribuir para reduzir a dependência externa, garantir respostas rápidas a crises sanitárias e fortalecer a soberania científica e tecnológica do país.
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