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Ano
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Q91311 | Contabilidade Geral
Banca: CesgranrioVer cursos
Ano: 2012
Órgao: EPE - Empresa de Pesquisa Enérgica
Cargo: Analista de Gestão Corporativa - EPE

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O Conselho Federal de Contabilidade, criado pelo Decreto-Lei nº 9.295, de 27 de maio de 1946, é uma Autarquia Especial Corporativa, dotada de personalidade jurídica de direito público que tem, entre outras atribuições, nos termos da legislação em vigor, a de:
  • Regular acerca dos princípios contábeis, do Exame de Suficiência, do cadastro de qualificação técnica e dos programas de educação continuada, e editar Normas Brasileiras de Contabilidade de natureza técnica e profissional.
Em 02 de junho de 2010, o Conselho Federal de Contabilidade editou a Resolução CFC nº 1.282/2010, em que:
Atualiza e consolida dispositivos da Resolução CFC nº 750/1993, que dispõe sobre os Princípios Fundamentais de Contabilidade.
Mantendo o mesmo enfoque técnico-conceitual, a nova redação da Resolução CFC nº 750/1993, dada pela Resolução CFC nº 1.282/2010, estabelece que a observância dos Princípios Contábeis é obrigatória no exercício da profissão contábil e constitui condição de legitimidade das Normas Brasileiras de Contabilidade (NBC).
Entretanto, a aludida Resolução CFC nº 1.282/2010 introduz profundas modificações na Resolução nº 750/1993, iniciadas pela alteração da denominação dos Princípios Fundamentais de Contabilidade (PFC), anteriormente adotada, para Princípios de Contabilidade (PC), hoje em vigor.
Entre outras alterações, estão as que foram introduzidas no Princípio do Registro pelo Valor Original, em que a nova redação da Resolução nº 750/1993 estabelece:
Art. 7º O Princípio do Registro pelo Valor Original determina que os componentes do patrimônio devem ser inicialmente registrados pelos valores originais das transações, expressos em moeda nacional.
§ 1º As seguintes bases de mensuração devem ser utilizadas em graus distintos e combinadas, ao longo do tempo, de diferentes formas:
I – Custo histórico. Os ativos são registrados pelos valores pagos ou a serem pagos em caixa ou equivalentes de caixa ou pelo valor justo dos recursos que são entregues para adquiri-los na data da aquisição. Os passivos são registrados pelos valores dos recursos que foram recebidos em troca da obrigação ou, em algumas circunstâncias, pelos valores em caixa ou equivalentes de caixa, os quais serão necessários para liquidar o passivo no curso normal das operações; e
II – Variação do custo histórico. Uma vez integrado ao patrimônio, os componentes patrimoniais, ativos e passivos, podem sofrer variações decorrentes dos seguintes fatores […]
No contexto da variação do custo histórico, apresente dois dos cinco fatores estabelecidos pela nova redação do Princípio do Registro pelo Valor Original, Resolução CFC nº 750/1993 e a respectiva forma de seus reflexos nos ativos e passivos, registrados no patrimônio inicialmente pelo valor original.
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1) Apenas um exemplo. O conteúdo real é bem diferente. O tipo de auditoria mais apropriado para o caso é a auditoria de regularidade ou de conformidade. No que tange ao objeto auditado, pode-se extrair dois tipos principais de auditoria: a auditoria de regularidade (ou conformidade) e a auditoria operacional (ou de desempenho). Segundo a Organização Internacional de Entidades Fiscalizadoras Superiores – INTOSAI, a Auditoria de regularidade (regularity audit) compreende Auditoria financeira, Auditoria de controles internos e Auditoria da legalidade de atos administrativos. Já a auditoria operacional, por sua vez, tem um foco mais voltado para a gestão. Segundo o Manual de Auditoria Operacional do TC, a auditoria operacional é o processo de coleta e análise sistemáticas de informações sobre características, processos e resultados de um programa, atividade ou organização, com base em critérios fundamentados, com o objetivo de aferir o desempenho da gestão governamental. Tópico 2: Três procedimentos de auditoria que deverão ser adotados. Justifique-os. Há uma série de procedimentos de que podem ser adotados no processo de fiscalização e auditoria, que podem ser citadas na resposta. 1) Avaliação do Sistema de Controle Interno: avaliação dos controles que auxiliam a entidade a cumprir as leis, as normas e os regulamentos; 2) Circularização (Confirmação Externa): confirmação, junto a terceiros, de fatos alegados pela entidade; 3) Exame e comparação de livros e registos: o confronto, o contejamento e a comparação de registros e documentos, para a comprovação da validade e autenticidade do universo, população ou amostra examinada; 4) Exame e comprovação documental: consistem em apurar, demonstrar, corroborar e concorrer para provar, acima de qualquer dúvida cabível, a validade e autenticidade de uma situação, documento ou atributo ou responsabilidade do universo auditado, através de provas obtidas em documentos integrantes dos processos administrativo, orçamentário, financeiro, contábil, operacional, patrimonial, ou gerencial do ente público no curso normal da sua atividade e dos quais o profissional de auditoria governamental se vale para evidenciar suas constatações, conclusões e recomendações.

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O tipo de auditoria mais apropriado para o caso é a auditoria de regularidade ou de conformidade. No que tange ao objeto auditado, pode-se extrair dois tipos principais de auditoria: a auditoria de regularidade (ou conformidade) e a auditoria operacional (ou de desempenho). Segundo a Organização Internacional de Entidades Fiscalizadoras Superiores – INTOSAI, a Auditoria de regularidade (regularity audit) compreende Auditoria financeira, Auditoria de controles internos e Auditoria da legalidade de atos administrativos. Já a auditoria operacional, por sua vez, tem um foco mais voltado para a gestão. Segundo o Manual de Auditoria Operacional do TC, a auditoria operacional é o processo de coleta e análise sistemáticas de informações sobre características, processos e resultados de um programa, atividade ou organização, com base em critérios fundamentados, com o objetivo de aferir o desempenho da gestão governamental. Há uma série de procedimentos de que podem ser adotados no processo de fiscalização e auditoria, que podem ser citadas na resposta. Avaliação do Sistema de Controle Interno: avaliação dos controles que auxiliam a entidade a cumprir as leis, as normas e os regulamentos; Circularização (Confirmação Externa): confirmação, junto a terceiros, de fatos alegados pela entidade; Exame e comparação de livros e registos: o confronto, o contejamento e a comparação de registros e documentos, para a comprovação da validade e autenticidade do universo, população ou amostra examinada; Exame e comprovação documental: consistem em apurar, demonstrar, corroborar e concorrer para provar, acima de qualquer dúvida cabível, a validade e autenticidade de uma situação, documento ou atributo ou responsabilidade do universo auditado, através de provas obtidas em documentos integrantes dos processos administrativo, orçamentário, financeiro, contábil, operacional, patrimonial, ou gerencial do ente público no curso normal da sua atividade e dos quais o profissional de auditoria governamental se vale para evidenciar suas constatações, conclusões e recomendações. Processos administrativo, orçamentário, financeiro, contábil, operacional, patrimonial, ou gerencial do ente público no curso normal da sua atividade e dos quais o profissional de auditoria governamental se vale para evidenciar suas constatações, conclusões e recomendações.

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Atualiza e consolida dispositivos da Resolução CFC nº 750/1993, que dispõe sobre os Princípios Fundamentais d…
Uma determinada companhia de capital fechado, de grande porte, apresentou, em reais, as seguintes informações, de seu imobilizado, apuradas no balanço patrimonial de 31 de dezembro de 2010:
Item Valor Depreciação Acumulada Vida útil original
Equipamento 480.000,00 400.000,00 8 anos
Máquina 600.000,00 450.000,00 10 anos
Veículo Pesado 300.000,00 140.000,00 5 anos
Informações complementares:
  • Nenhum dos bens listados foi comercializado nem disponibilizado para venda, continuando no imobilizado da companhia no exercício de 2011.
  • O veículo foi comprado em segunda mão e tinha três anos
  • de uso quando adquirido, conforme declaração expressa do vendedor. Os demais bens listados fo…

O ativo imobilizado apresentava as seguintes características:

  • Valor de venda do ativo a vista no mercado: R$120.000,00;
  • Custo do Ativo registrado na contabilidade: R$140.000,00;
  • Comissão de venda paga pelo vendedor: R$3.000,00;
  • Frete pago pela venda do ativo: R$2.500,00;
  • Depreciação acumulada: R$35.000,00;
  • Capacidade de produção projetada para os próximos 3 anos, sendo que após este período será reduzido a sucata sem valor residual:
  • 1º ano: 3.000 unidades;
  • 2º ano: 3.500 unidades;
  • 3º ano: 2.500 unidades.
  • O fluxo de caixa líquido referente a venda de cada unidade será de R$15,00 nos três anos;
  • O custo do capital na empresa é de 12% ao ano.

A partir dessa situação hipotética, tendo como base …

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