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Órgão
Ano
Linhas
Q90347 | Artes e Música
Banca: FGVVer cursos
Ano: 2019
Órgao: Pref Salvador - Prefeitura Municipal de Salvador
Cargo: Professor - Pref Salvador

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Em 2019 completam-se 10 anos da morte do criador do Teatro do Oprimido, o dramaturgo e diretor Augusto Boal. Entre 1956 e 1970 ele revolucionou a forma de pensar e fazer teatro no Brasil com a companhia teatral do Teatro de Arena (São Paulo), onde dirigiu 31 peças. Em 1974, publicou um conjunto de ensaios nos quais apresenta suas reflexões teóricas sobre as experiências no Teatro de Arena: “Teatro do Oprimido e outras Poéticas Políticas”. Leia, a seguir, um trecho dessa obra.
A discussão sobre as relações entre o teatro e a política é tão velha como o teatro… ou como a política. Desde Aristóteles e desde muito antes, já se colocavam os mesmos temas e argumentos que ainda hoje se discutem. De um lado, se afirma que a arte é pura contemplação e de outro que, pelo contrário, a arte apresenta sempre uma visão do mundo em transformação e, portanto, é inevitavelmente política, ao apresentar os meios de realizar essa transformação ou de demonstrá-la. Deve a arte educar, informar, organizar, influenciar, incitar, atuar, ou deve ser simplesmente objeto de prazer e gozo? Como transformar espectadores em espect-atores?
BOAL, Augusto. Teatro do Oprimido e outras poéticas políticas. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1991.
Considerando a perspectiva teatral exposta,
a) explique a importância das experiências teatrais realizadas por Augusto Boal e sua geração no Teatro de Arena, nas décadas de 1950-60, para a elaboração teórica de uma “Estética do Oprimido.”
b) Caracterize a dimensão poética e política do Teatro do Oprimido.
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1) Apenas um exemplo. O conteúdo real é bem diferente. O tipo de auditoria mais apropriado para o caso é a auditoria de regularidade ou de conformidade. No que tange ao objeto auditado, pode-se extrair dois tipos principais de auditoria: a auditoria de regularidade (ou conformidade) e a auditoria operacional (ou de desempenho). Segundo a Organização Internacional de Entidades Fiscalizadoras Superiores – INTOSAI, a Auditoria de regularidade (regularity audit) compreende Auditoria financeira, Auditoria de controles internos e Auditoria da legalidade de atos administrativos. Já a auditoria operacional, por sua vez, tem um foco mais voltado para a gestão. Segundo o Manual de Auditoria Operacional do TC, a auditoria operacional é o processo de coleta e análise sistemáticas de informações sobre características, processos e resultados de um programa, atividade ou organização, com base em critérios fundamentados, com o objetivo de aferir o desempenho da gestão governamental. Tópico 2: Três procedimentos de auditoria que deverão ser adotados. Justifique-os. Há uma série de procedimentos de que podem ser adotados no processo de fiscalização e auditoria, que podem ser citadas na resposta. 1) Avaliação do Sistema de Controle Interno: avaliação dos controles que auxiliam a entidade a cumprir as leis, as normas e os regulamentos; 2) Circularização (Confirmação Externa): confirmação, junto a terceiros, de fatos alegados pela entidade; 3) Exame e comparação de livros e registos: o confronto, o contejamento e a comparação de registros e documentos, para a comprovação da validade e autenticidade do universo, população ou amostra examinada; 4) Exame e comprovação documental: consistem em apurar, demonstrar, corroborar e concorrer para provar, acima de qualquer dúvida cabível, a validade e autenticidade de uma situação, documento ou atributo ou responsabilidade do universo auditado, através de provas obtidas em documentos integrantes dos processos administrativo, orçamentário, financeiro, contábil, operacional, patrimonial, ou gerencial do ente público no curso normal da sua atividade e dos quais o profissional de auditoria governamental se vale para evidenciar suas constatações, conclusões e recomendações.

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