Pesquisa identifica 20,5 milhões de brasileiros sem acesso à internet
Uma prática cada vez mais disseminada ainda é raridade no cotidiano de 20,5 milhões de brasileiros: o uso da internet. Esse contingente representa 10,9% das pessoas com 10 anos ou mais de idade em 2024. Desses, quase a metade (45,6%) aponta como motivo para não acessar a internet não saber como fazer. São 9,3 milhões de pessoas.
Os dados fazem parte de um suplemento sobre tecnologia da informação e comunicação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), divulgada nesta quinta-feira (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/
noticia/2025-07/pesquisa-identifica-205-milhoes-de-brasileiros-sem-acesso-internet
GOV.BR: parceria com estados amplia para 12 mil os serviços na plataforma
Além dos 4,5 mil serviços digitais federais, a população terá acesso a mais de oito mil serviços públicos de 16 estados pela plataforma. Isso foi possível a partir do uso de uma nova solução desenvolvida pelo MGI.
Disponível em: https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202506/
gov-br-parceria-com-estados-amplia-para-mais-de-12-mil-os-servicos-disponiveis-na-plataforma
No G20, Ministério das Comunicações defende inclusão digital como “instrumento” para alcançar inclusão social
Pasta liderou discussões sobre economia digital e pautou agenda para levar conectividade às áreas mais remotas
Durante todos os encontros realizados, o MCom defendeu que não há inclusão social se não houver inclusão digital.
“O desafio é oferecer a todos brasileiros um acesso à internet que possa proporcionar a transformação digital. Estamos trabalhando para que os benefícios dessa profunda mudança incluam a todos, sem deixar ninguém para trás. Assim, vamos proporcionar também a inclusão social” destacou o ministro das Comunicações, Juscelino Filho.
Disponível em: https://www.gov.br/mcom/pt-br/noticias/2025/janeiro/no-g20-ministerio-
das-comunicacoes-defende-inclusao-digital-como-201cinstrumento201
d-para-alcancar-inclusao-social
A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita, empregando a norma culta da língua portuguesa, sobre o tema:
“O papel da inclusão digital na redução das desigualdades sociais no Brasil”
Elabore seu texto pautando-o em argumentos, redija-o de forma coesa e coerente com o tipo textual solicitado.
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Muita gente vê como opção compulsória a decisão entre “julgar com a cabeça” e “julgar com o coração”. Nesses termos, razão e sentimento tornam-se incompatíveis. O homem deveria reconhecer e homenagear sua complexidade, jamais admitindo essa drástica separação, pela qual tanto o sentimento como a razão saem diminuídos.
Levando em conta o que afirma esse texto, cria-se a seguinte reflexão:
“Quem julga sem equilibrar lucidez e sensibilidade alcança a justiça?”
Nesse sentido, redija um texto dissertativo-argumentativo, fundamentando o seu ponto de vista acerca desse tema.
Virou lei a Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo. A nova norma (Lei 14.944, de 2024) estabelece diretrizes para o uso do fogo em áreas rurais, com foco na sustentabilidade e na proteção da biodiversidade. A legislação busca promover a substituição gradual das queimadas por técnicas alternativas, especialmente em comunidades tradicionais e indígenas que possuem práticas relacionadas ao manejo do fogo. (…).
A lei — que modifica o Código Florestal (Lei 12.651, de 2012) e a Lei dos Crimes Ambientais (Lei 9.605, de 1998) — permite que comunidades indígenas e quilombolas façam queimadas para agricultura de subsistência, desde que sejam observadas condições específicas, como acordos …
TEXTO I
A violência mais atendida nas unidades de saúde, contra crianças e adolescentes de 0 a 13 anos, é o estupro, que ocorre na própria casa da vítima em 58% dos casos. Entre aqueles com 10 a 19 anos, a violência sexual é igualmente a mais sofrida, na maioria contra as meninas.
Os agressores são na maior parte os próprios pais, padrastos, familiares, namorados ou pessoas conhecidas das vítimas 7. Dados mundiais assemelham-se, 90% das adolescentes de diversas nacionalidades, vítimas de violência sexual, denunciam que o autor da primeira violação era alguém próximo ou conhecido. Infelizmente, apenas 1% delas procura ajuda profissional após o estupro pelo medo da rejeição social e familiar,…



