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Ano
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Q449591 | Inglês (Língua Inglesa)
Banca: IadesVer cursos
Ano: 2023
Órgao: IRBr - Instituto Rio Branco
Cargo: Diplomata - Terceiro Secretário

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Recentemente, prevalece a tendência em se ver o relacionamento entre o cidadão e o Estado, o cidadão e o sistema político, o cidadão e a própria atividade política sob uma ótica maniqueísta, segundo a qual o Estado apresenta-se como o vilão e a sociedade, vítima indefesa.

Sabe-se que as dicotomias, via de regra, não se prestam a elucidações dos fenômenos de índole social. Teoricamente, elas separam o que são lados da mesma moeda, partes do mesmo todo. O maniqueísmo inviabiliza mesmo qualquer noção de cidadania, pois ou se aceita o Estado como mal necessário, à maneira agostiniana, ou se o nega totalmente, à moda anarquista.

Na prática, ele acaba por revelar uma atitude paternalista ao considerar o povo vítima impotente diante das maquinações do poder do Estado, ou de grupos dominantes. Acaba por bestializar o povo. Parece-nos ao contrário que, exceto em casos muito excepcionais e passageiros de sistemas respaldados inteiramente pela repressão, é mais fecundo conceber as relações entre o cidadão e o Estado como uma via de mão dupla, embora não necessariamente equilibrada. Todo sistema de dominação, para que sobreviva, terá de desenvolver uma base qualquer de legitimidade, ainda que seja a apatia dos cidadãos.

O momento de transição do Império para a República é particularmente propício ao estudo dessa questão. Tratava-se da primeira grande mudança do regime político após a independência. Mais ainda, tratava-se da implantação de um sistema de governo que propunha, exatamente, trazer o povo para o proscênio da atividade política.

CARVALHO, José Murilo de. Os Bestializados: o Rio de Janeiro e a República que não foi. Companhia das Letras, 4. ed., 2019, com adaptações.

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1) Apenas um exemplo. O conteúdo real é bem diferente. O tipo de auditoria mais apropriado para o caso é a auditoria de regularidade ou de conformidade. No que tange ao objeto auditado, pode-se extrair dois tipos principais de auditoria: a auditoria de regularidade (ou conformidade) e a auditoria operacional (ou de desempenho). Segundo a Organização Internacional de Entidades Fiscalizadoras Superiores – INTOSAI, a Auditoria de regularidade (regularity audit) compreende Auditoria financeira, Auditoria de controles internos e Auditoria da legalidade de atos administrativos. Já a auditoria operacional, por sua vez, tem um foco mais voltado para a gestão. Segundo o Manual de Auditoria Operacional do TC, a auditoria operacional é o processo de coleta e análise sistemáticas de informações sobre características, processos e resultados de um programa, atividade ou organização, com base em critérios fundamentados, com o objetivo de aferir o desempenho da gestão governamental. Tópico 2: Três procedimentos de auditoria que deverão ser adotados. Justifique-os. Há uma série de procedimentos de que podem ser adotados no processo de fiscalização e auditoria, que podem ser citadas na resposta. 1) Avaliação do Sistema de Controle Interno: avaliação dos controles que auxiliam a entidade a cumprir as leis, as normas e os regulamentos; 2) Circularização (Confirmação Externa): confirmação, junto a terceiros, de fatos alegados pela entidade; 3) Exame e comparação de livros e registos: o confronto, o contejamento e a comparação de registros e documentos, para a comprovação da validade e autenticidade do universo, população ou amostra examinada; 4) Exame e comprovação documental: consistem em apurar, demonstrar, corroborar e concorrer para provar, acima de qualquer dúvida cabível, a validade e autenticidade de uma situação, documento ou atributo ou responsabilidade do universo auditado, através de provas obtidas em documentos integrantes dos processos administrativo, orçamentário, financeiro, contábil, operacional, patrimonial, ou gerencial do ente público no curso normal da sua atividade e dos quais o profissional de auditoria governamental se vale para evidenciar suas constatações, conclusões e recomendações.

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