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Q410078 | Direito Tributário
Banca: FGVVer cursos
Ano: 2025

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O Estado do Paraná, por meio de sua Secretaria da Fazenda, editou uma norma interna estabelecendo a aplicação do ICMS sobre operações com combustíveis, seguindo as diretrizes da Lei Complementar nº 192/2022.
A empresa Combustíveis Alfa S.A., distribuidora de combustíveis estabelecida no Paraná, comercializa gasolina e diesel para postos revendedores em diversos estados do Brasil. No último exercício, a empresa recebeu uma autuação fiscal referente ao recolhimento do ICMS sobre suas operações interestaduais. A fiscalização alegou que o imposto deveria ser integralmente devido ao Paraná, por ser o estado de origem da mercadoria.
Diante disso, a empresa impugnou a exigência fiscal sob o argumento de que a incidência do ICMS sobre combustíveis segue regime diferenciado, conforme disposto na Lei Complementar nº 192/2022, e que o imposto deveria ser recolhido conforme o estado de destino do produto.
Além disso, a Distribuidora Beta Ltda., outra empresa do setor, iniciou a comercialização de gás natural veicular (GNV) para consumidores finais no Paraná. No entanto, ao analisar a legislação, a empresa questionou se deveria recolher o ICMS considerando a alíquota específica e uniforme definida pelos estados ou se poderia aplicar uma alíquota diferenciada.
Por fim, um terceiro questionamento surgiu com relação à responsabilidade pelo recolhimento do ICMS, especialmente no caso das operações realizadas pelas bases de refinarias de petróleo, o que levou a um pedido de esclarecimento formal junto à SEFAZ-PR.
Além dessas questões, a Combustíveis Alfa S.A. pretende expandir suas operações e investir na importação de combustíveis. Entretanto, a empresa tem dúvidas sobre a aplicação da substituição tributária na importação de combustíveis, incluindo a possibilidade de a refinaria ou distribuidora ser responsável pelo recolhimento do tributo e a forma como o ICMS será calculado nesse caso.
Com base na situação hipotética, responda, de forma fundamentada, às seguintes questões:

1. A autuação fiscal recebida pela Combustíveis Alfa S.A. está em conformidade com a Lei Complementar nº 192/2022? Explique a sistemática de incidência do ICMS sobre combustíveis nas operações interestaduais e analise se o imposto deve ser recolhido ao estado de origem ou ao estado de destino.
2. A Distribuidora Beta Ltda. pode adotar uma alíquota diferenciada para a comercialização do gás natural veicular (GNV) no Paraná? Justifique sua resposta com base na Lei Complementar nº 192/2022 e na Constituição Federal.
3. Quem é o responsável pelo recolhimento do ICMS nas operações envolvendo combustíveis no Brasil, segundo a Lei Complementar nº 192/2022? A responsabilidade pode ser atribuída a terceiros? Explique.
4. Os estados podem conceder incentivos fiscais sobre combustíveis? Explique as exigências impostas pela Lei Complementar nº 192/2022.


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1) Apenas um exemplo. O conteúdo real é bem diferente. O tipo de auditoria mais apropriado para o caso é a auditoria de regularidade ou de conformidade. No que tange ao objeto auditado, pode-se extrair dois tipos principais de auditoria: a auditoria de regularidade (ou conformidade) e a auditoria operacional (ou de desempenho). Segundo a Organização Internacional de Entidades Fiscalizadoras Superiores – INTOSAI, a Auditoria de regularidade (regularity audit) compreende Auditoria financeira, Auditoria de controles internos e Auditoria da legalidade de atos administrativos. Já a auditoria operacional, por sua vez, tem um foco mais voltado para a gestão. Segundo o Manual de Auditoria Operacional do TC, a auditoria operacional é o processo de coleta e análise sistemáticas de informações sobre características, processos e resultados de um programa, atividade ou organização, com base em critérios fundamentados, com o objetivo de aferir o desempenho da gestão governamental. Tópico 2: Três procedimentos de auditoria que deverão ser adotados. Justifique-os. Há uma série de procedimentos de que podem ser adotados no processo de fiscalização e auditoria, que podem ser citadas na resposta. 1) Avaliação do Sistema de Controle Interno: avaliação dos controles que auxiliam a entidade a cumprir as leis, as normas e os regulamentos; 2) Circularização (Confirmação Externa): confirmação, junto a terceiros, de fatos alegados pela entidade; 3) Exame e comparação de livros e registos: o confronto, o contejamento e a comparação de registros e documentos, para a comprovação da validade e autenticidade do universo, população ou amostra examinada; 4) Exame e comprovação documental: consistem em apurar, demonstrar, corroborar e concorrer para provar, acima de qualquer dúvida cabível, a validade e autenticidade de uma situação, documento ou atributo ou responsabilidade do universo auditado, através de provas obtidas em documentos integrantes dos processos administrativo, orçamentário, financeiro, contábil, operacional, patrimonial, ou gerencial do ente público no curso normal da sua atividade e dos quais o profissional de auditoria governamental se vale para evidenciar suas constatações, conclusões e recomendações.

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O tipo de auditoria mais apropriado para o caso é a auditoria de regularidade ou de conformidade. No que tange ao objeto auditado, pode-se extrair dois tipos principais de auditoria: a auditoria de regularidade (ou conformidade) e a auditoria operacional (ou de desempenho). Segundo a Organização Internacional de Entidades Fiscalizadoras Superiores – INTOSAI, a Auditoria de regularidade (regularity audit) compreende Auditoria financeira, Auditoria de controles internos e Auditoria da legalidade de atos administrativos. Já a auditoria operacional, por sua vez, tem um foco mais voltado para a gestão. Segundo o Manual de Auditoria Operacional do TC, a auditoria operacional é o processo de coleta e análise sistemáticas de informações sobre características, processos e resultados de um programa, atividade ou organização, com base em critérios fundamentados, com o objetivo de aferir o desempenho da gestão governamental. Há uma série de procedimentos de que podem ser adotados no processo de fiscalização e auditoria, que podem ser citadas na resposta. Avaliação do Sistema de Controle Interno: avaliação dos controles que auxiliam a entidade a cumprir as leis, as normas e os regulamentos; Circularização (Confirmação Externa): confirmação, junto a terceiros, de fatos alegados pela entidade; Exame e comparação de livros e registos: o confronto, o contejamento e a comparação de registros e documentos, para a comprovação da validade e autenticidade do universo, população ou amostra examinada; Exame e comprovação documental: consistem em apurar, demonstrar, corroborar e concorrer para provar, acima de qualquer dúvida cabível, a validade e autenticidade de uma situação, documento ou atributo ou responsabilidade do universo auditado, através de provas obtidas em documentos integrantes dos processos administrativo, orçamentário, financeiro, contábil, operacional, patrimonial, ou gerencial do ente público no curso normal da sua atividade e dos quais o profissional de auditoria governamental se vale para evidenciar suas constatações, conclusões e recomendações. Processos administrativo, orçamentário, financeiro, contábil, operacional, patrimonial, ou gerencial do ente público no curso normal da sua atividade e dos quais o profissional de auditoria governamental se vale para evidenciar suas constatações, conclusões e recomendações.

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