Texto I
Utilizando como base uma comparação entre as médias dos anos 1970 e de 2020-2024, a análise mostra a velocidade e a escala com que os dias extremamente quentes estão aumentando. Esses dias são aqueles em que se registram temperaturas acima de 35° Celsius (°C). No Brasil, a média de dias extremamente quentes passou de 4,9 ao ano na década de 1970 para 26,6 na década de 2020. A análise aponta, também, para o aumento das ondas de calor. Nesse caso, trata-se de períodos de 3 dias ou mais em que a temperatura máxima está mais de 10% maior do que a média local.
(Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/. Acesso em: outubro de 2024. Adaptado.)
Texto II

Texto III
As informações divulgadas pelo Serviço de Monitoramento da Atmosfera Copernicus (CAMS, sigla em inglês) vão ao encontro do que outros estudos e relatórios já descreviam.
Um levantamento realizado pela ONG WWF-Brasil observou que os biomas brasileiros haviam registrado um recorde nas queimadas ainda durante o primeiro semestre deste ano.
Segundo a instituição, o Pantanal e o Cerrado concentravam a maioria dos focos de incêndio no período – e os números de 2024 já superaram qualquer marca obtida desde o início das medições do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em 1988.
No Pantanal, o número de focos de incêndio durante os primeiros seis meses do ano foi 22 vezes maior do que o registrado no mesmo período de 2023.
Já na Amazônia, esse crescimento de pontos de queimada foi de 76%, calcula a WWF-Brasil.
O relatório Monitor do Fogo, publicado pelo Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) e pela rede MapBiomas, destaca que a área de floresta nativa afetada pelo fogo aumentou 132% no último mês de agosto em comparação ao mesmo período do ano passado.
O dado chamou a atenção dos pesquisadores, porque, geralmente, os incêndios costumam se concentrar em áreas desmatadas e degradadas – nestes casos, o fogo é usado para abrir pastagens e fazer a ocupação irregular de terras.
Nas queimadas das últimas semanas, no entanto, um terço da área afetada é composta de vegetação nativa.
Em 2019, 12% da área afetada pelas queimadas era florestas “originais”. Neste ano, essa taxa está em 34%.
O governo federal anunciou recentemente a criação de um crédito extraordinário de R$ 514,5 milhões para lidar com os incêndios florestais e fortalecer os órgãos de fiscalização e controle.
Segundo o Ministério do Meio Ambiente, “a emergência climática elevou em até 20 vezes a probabilidade de condições climáticas que intensificaram os incêndios na Amazônia Ocidental de março de 2023 a fevereiro de 2024”.
Já no Pantanal, segundo o ministério, “a mudança do clima intensificou em cerca de 40% os incêndios florestais registrados em junho”.
(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/. Acesso em: outubro de 2024. Adaptado.)
Considerando os textos anteriores como motivadores, redija uma redação, posicionando-se acerca do tema:
“O impacto das mudanças climáticas na saúde humana, bem como a depredação do meio ambiente”
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