Em novembro de 2021, o brasileiro Tulio de Oliveira reportou ao mundo o surgimento de uma nova variante do Sars-CoV-2, sequenciada por ele e sua equipe na Universidade KwaZulu-Natal, na África do Sul. A nova cepa, batizada de ômicron pela Organização Mundial de Saúde (OMS), logo se tornaria dominante no planeta. Em pouco mais de dois anos de pandemia, não foi raro ver brasileiros participando de pesquisas, ajudando a desenvolver vacinas contra a covid-19 ou integrando a linha de frente do combate ao vírus em outros países. Cada um tem seus motivos para o exílio. Eles integram uma legião cada vez maior de brasileiros das mais diversas áreas que brilham longe da terra natal. Não é uma tendência nova, mas ela se acentuou nos últimos anos. O mundo acadêmico já se refere à fuga de cérebros como uma diáspora. Há de 2 mil a 3 mil pesquisadores brasileiros trabalhando no exterior. Trata-se de mão de obra altamente qualificada (resultante de altos investimentos em educação) que parte em busca de melhores oportunidades, condições de trabalho e reconhecimento. O futuro do País está tomando o caminho do aeroporto.
Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência.
Internet: <http://portal.sbpcnet.org.br> (com adaptações).
Considerando que o texto acima tenha caráter exclusivamente motivador, redija um texto dissertativo acerca do tema a seguir.
Fuga de cérebros: a perda de capital intelectual brasileiro
Ao elaborar seu texto, aborde, necessariamente, os seguintes aspectos:
a) o investimento em ciência e tecnologia no Brasil e no exterior;
b) o perfil dos profissionais que buscam oportunidades fora do País; e
c) consequências da fuga de cérebros para o desenvolvimento do Brasil.
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