Maria, maior e capaz, almejando matar João, seu ex-namorado, voluntariamente ingeriu grande quantidade de bebida alcoólica e, em seguida, ingressou na residência onde ele morava sozinho, utilizando a cópia da chave que possuía. Ao chegar no local, às 17h, posicionou-se atrás do sofá da sala de estar, engatilhou a arma de fogo e permaneceu no interior do imóvel aguardando o seu desafeto. Por volta das 20hmin, horário em que João habitualmente chegava do trabalho, Maria ouviu a porta principal se abrindo e, certa de que se tratava da vítima, imediatamente efetuou um disparo de arma de fogo naquela direção, atingindo-a fatalmente. Ao se aproximar do corpo, percebeu que havia matado José, irmão gêmeo de João, o qual estava no local excepcionalmente naquele dia sem que Maria tivesse conhecimento. Considerando o caso narrado, discorra sobre a existência de responsabilidade penal de Maria no evento morte de José.
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Qual a natureza jurídica do princípio da insignificância? Explicite os vetores exigidos para a aplicação desse princípio, segundo reiterado entendimento do Supremo Tribunal Federal.
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