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Q212550 | Artes e Música
Banca: FGVVer cursos
Ano: 2023
Órgao: TJ RN - Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte
Cargo: Analista Judiciário

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Nos últimos anos, o número de desastres que atingiram importantes espaços de preservação e memória brasileira vem aumentando, ocasionando perdas irreparáveis, como, por exemplo: os trágicos incêndios do Museu da Língua Portuguesa em 2015, o do Museu Nacional em 2018 e os da Cinemateca Brasileira em 2016 e 2021. O Museu Casa do Pontal foi inundado oito vezes, após fortes chuvas na cidade do Rio de Janeiro, em 2020. E, por fim, os ataques às sedes do Congresso Nacional, do Palácio do Planalto e do Supremo Tribunal Federal, em 8 de janeiro de 2023, danificando obras de arte e bens de valor inestimável.

O risco envolve uma situação de perigo, que pode ocasionar diversos níveis de perda e de efeitos negativos. O risco não está ligado apenas aos fatores físicos relacionados ao território, mas também aos fatores socioculturais e econômicos. A gestão de risco envolve diferentes áreas e campos de atuação e tem o objetivo de planejar medidas de prevenção, minimizar efeitos negativos e responder às situações de emergência, indicando medidas a serem tomadas durante e após as situações de desastres.

Quais são os agentes de risco que os museus e seus acervos podem enfrentar?

Que ações devem ser tomadas para o controle e o tratamento dos riscos?


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1) Apenas um exemplo. O conteúdo real é bem diferente. O tipo de auditoria mais apropriado para o caso é a auditoria de regularidade ou de conformidade. No que tange ao objeto auditado, pode-se extrair dois tipos principais de auditoria: a auditoria de regularidade (ou conformidade) e a auditoria operacional (ou de desempenho). Segundo a Organização Internacional de Entidades Fiscalizadoras Superiores – INTOSAI, a Auditoria de regularidade (regularity audit) compreende Auditoria financeira, Auditoria de controles internos e Auditoria da legalidade de atos administrativos. Já a auditoria operacional, por sua vez, tem um foco mais voltado para a gestão. Segundo o Manual de Auditoria Operacional do TC, a auditoria operacional é o processo de coleta e análise sistemáticas de informações sobre características, processos e resultados de um programa, atividade ou organização, com base em critérios fundamentados, com o objetivo de aferir o desempenho da gestão governamental. Tópico 2: Três procedimentos de auditoria que deverão ser adotados. Justifique-os. Há uma série de procedimentos de que podem ser adotados no processo de fiscalização e auditoria, que podem ser citadas na resposta. 1) Avaliação do Sistema de Controle Interno: avaliação dos controles que auxiliam a entidade a cumprir as leis, as normas e os regulamentos; 2) Circularização (Confirmação Externa): confirmação, junto a terceiros, de fatos alegados pela entidade; 3) Exame e comparação de livros e registos: o confronto, o contejamento e a comparação de registros e documentos, para a comprovação da validade e autenticidade do universo, população ou amostra examinada; 4) Exame e comprovação documental: consistem em apurar, demonstrar, corroborar e concorrer para provar, acima de qualquer dúvida cabível, a validade e autenticidade de uma situação, documento ou atributo ou responsabilidade do universo auditado, através de provas obtidas em documentos integrantes dos processos administrativo, orçamentário, financeiro, contábil, operacional, patrimonial, ou gerencial do ente público no curso normal da sua atividade e dos quais o profissional de auditoria governamental se vale para evidenciar suas constatações, conclusões e recomendações.

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