Racismo velado não deixa de ser racismo
O comportamento do Marcão do Povo de negar ter feito um comentário racista contra a funkeira Ludmilla é mais comum do que se imagina. Como justificativa, o apresentador, que se referiu à cantora como “pobre macaca”, alegou ter usado uma expressão regional, que não seria relacionada à cor da pele, mas à antiga condição financeira dela. A justificativa não funcionou. A reação dos internautas foi automática. A hashtag #processaludmilla ficou no topo dos assuntos mais comentados no Twitter e a emissora anunciou o desligamento do funcionário da empresa.
De acordo com o subsecretário de Igualdade Racial do Distrito Federal, Victor Nunes, a discriminação racial pode ficar apenas no inconsciente, sem necessariamente externalizá-lo. Com isso, as pessoas tendem a pensar que não são preconceituosas.
<Fonte: www.correiobraziliense.com.br>
Considerando que o texto acima é unicamente motivador, redija um texto dissertativo a respeito da discriminação social no Brasil.
Existe racismo velado no Brasil? Qual a origem do racismo? Qual o papel da mídia na disseminação do racismo velado?
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O estacionamento de veículos é um grave problema das grandes cidades. Em muitas delas o número de vagas é altamente insuficiente, o que tem causado um aumento exagerado do preço dos estacionamentos. Por outro lado, iniciativas privadas de estacionamento pago têm causado outro tipo de problema, como a falta de segurança e a ausência de responsabilidade por danos ou roubo. Sem falar na coação de que são vítimas os motoristas que saem à noite para locais badalados.
O que se pode fazer, levando-se em conta todas as variáveis que envolvem o papel do automóvel no nosso universo social?
TEXTO I
Tabuletas
Foi um poeta que considerou as tabuletas – os brasões da rua. As tabuletas não eram para a sua visão apurada um encanto, que a necessidade incrustou na via pública; eram os escudos de uma complicada heráldica¹ urbana, do armorial da democracia. Desde que um homem realiza sua obra – a terminação de uma epopeia ou abertura de uma casa comercial – imediatamente o homem batiza-a. No começo da vida, por instinto, guiado pelos deuses, a sua ideia foi logo a tabuleta. Quem inventou a tabuleta? Ninguém sabe.
É o mesmo que perguntar quem ensinou a criança a gritar quando tem fome. Já no Oriente elas existiam, já em Atenas, já em Roma, simples, modestas, mas sempre reclamistas. Depoi…
QUILOMBO
No Brasil, chamava-se quilombo uma comunidade de escravos que fugiam em busca de liberdade. Nessas comunidades vivia-se de acordo com a cultura originalmente africana – seja em âmbito cultural, religioso ou social. Em alguns quilombos, inclusive, tentou-se até mesmo a nominação de reis tribais.
Carolina de Sousa Campos Sento Sé
(Extraído de: historiabrasileira.com/)
Imagine que você é um desses escravos que lutou pela liberdade e se refugiou em um quilombo.
Conte como foi sua fuga e que motivos o levaram a sair do engenho onde trabalhava. Narre também como você foi recepcionado pelos outros escravos libertos que já estavam lá, quando você chegou.




