O setor público consolidado registrou déficit primário de R$ 6,9 bilhões em maio de 2015. O governo central e as empresas estatais apresentaram déficits de R$ 8,9 bilhões e R$ 72 milhões respectivamente; e os governos regionais, um superávit de R$ 2 bilhões.
No ano, o superávit primário acumulado é de R$ 25,5 bilhões, ante o superávit de R$ 31,5 bilhões para o mesmo período de 2014. No acumulado em doze meses, registrou-se déficit primário de R$ 38,5 bilhões (0,68% do PIB), comparativamente ao déficit de R$ 42,6 bilhões (0,76% do PIB) em abril.
Os juros nominais, apropriados por competência, alcançaram R$ 52,9 bilhões em maio, comparativamente a R$ 2,2 bilhões em abril. Contribuiu para esse aumento o resultado desfavorável de R$ 22,1 bilhões das operações de swap cambial no mês, ante o resultado favorável de R$ 31,8 bilhões em abril. No acumulado no ano, os juros nominais somam R$ 198,9 bilhões, comparativamente a R$ 101,6 bilhões no mesmo período do ano anterior. Em doze meses, os juros nominais totalizaram R$ 408,8 bilhões (7,22% do PIB), elevando-se 0,52 p.p. do PIB em relação ao observado em abril.
Fonte: Nota do Banco Central do Brasil à Imprensa, 30/6/2015 (com adaptações).
Redija um texto que contenha uma análise do resultado fiscal do governo no período considerado no texto acima. Em seu texto, faça o que se pede a seguir:
1 Teça considerações a respeito das necessidades de financiamento do setor público (NFSP), com ênfase no nível federal, e das formas como são tratadas e registradas as NFSP no orçamento público.
2 Comente acerca dos conceitos de resultado nominal e primário e das duas formas de apuração: o critério abaixo da linha e o acima da linha.
3 Houve redução ou elevação do endividamento público?
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