Leia os textos a seguir.
TEXTO I
A quantidade de vítimas, mortos e feridos em acidentes nas rodovias federais é considerada uma das principais causas de morte no país.
Segundo dados de um estudo realizado pelo Ministério dos Transportes, Portos e Aviação sobre Segurança nas Rodovias Federais, 53,7% dos acidentes são causados pela negligência ou imprudência dos motoristas, seja por desrespeito às leis de trânsito (30,3%) ou por falta de atenção do condutor (23,4%).

TEXTO II
A Organização Mundial da Saúde (OMS) sinaliza que o trânsito ocupa a posição nada honrosa de primeiro lugar entre as causas de morte em jovens brasileiros na faixa etária de 15 a 29 anos — é também a nona causa de morte no mundo, superando o número de suicídios ou assassinatos por arma de fogo. Em 2018, foram 1,35 milhão de falecimentos. Mata mais do que as doenças cardíacas, o câncer de pulmão, o HIV, a diabetes mellitus. O Brasil ainda aparece em quarto lugar entre os países recordistas em mortes no trânsito, ficando atrás apenas da China, da Índia e da Nigéria.
O trânsito mata cerca de 40 mil pessoas por ano no Brasil. www.ensp.fiocruz.br, 10/06/2019. Adaptado.
TEXTO III
Conforme aponta o Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV), 90% dos acidentes de trânsito são causados por falha humana, ou seja, ocorrem muito mais em razão do fator humano do que das condições viárias, do estado dos veículos automotores ou de fatores externos.
Temos, em nosso país, desde 2001, uma média de 40 mil mortes por ano decorrentes de acidentes de trânsito, sem mencionar os acidentes que, embora não fatais, causaram invalidez temporária ou permanente. Convivemos com indicadores de cerca de 21 mortes no trânsito por 100 mil habitantes, taxa muito maior do que a média europeia de 10 fatalidades a cada 100 mil habitantes.
Há um componente cultural que não se transforma facilmente com a imposição de regras e tampouco com ações educativas sem planejamento: o comportamento humano. Percebe-se que, no caótico trânsito das grandes cidades brasileiras, haverá a procura por uma forma de esquivar-se do cumprimento de suas obrigações legais e de eximir-se da responsabilidade diante desse comportamento negativo.
TEIXEIRA, Daniela C. D. O comportamento do brasileiro no trânsito e seu impacto para um trânsito menos seguro no Brasil.
https://bibliotecadigital.fgv.br, 2016. Adaptado.
TEXTO IV
Segundo o especialista Pere Navarro, diretor-geral de tráfego da Espanha, um dos maiores desafios para reduzir os acidentes é mudar o comportamento humano ao volante – e essa é uma missão de todos. Para José Aurélio Ramalho, diretor-presidente do Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV), é preciso agir sobre as razões que fazem pessoas gentis na vida cotidiana se tornarem agressivas e violentas quando assumem a direção. “O mesmo indivíduo que segura a porta do elevador para seu vizinho entrar não dá passagem para outro veículo na rua. Há uma transformação quando a pessoa entra no carro”, aponta.
O desafio de mudar o comportamento dos motoristas. http://patrocinados.estadao.com.br, 02/10/2018. Adaptado.
Como apontado nos textos, é alto o número de brasileiros motorizados que são diariamente vitimados nas ruas das cidades e nas rodovias. Como reflexo disso, o país ocupa as primeiras posições mundiais em número de mortes no trânsito.
Valendo-se da norma-padrão da língua portuguesa, elabore um texto dissertativo-argumentativo sobre o comportamento imprudente do brasileiro no trânsito e as formas de resolver esse problema.
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Regras de Nelson Mandelra. https://www.unodc.org/documents/justice-and-prison-reform/Nelson_Mandela_Rules-P-ebook.pdf (Adaptado)
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