- comentários a respeito do diagnóstico dessa paciente;
- comentários a respeito do mecanismo fisiopatológico mais provável para a doença da paciente, com justificativa;
- a abordagem terapêutica mais adequada a ser adotada nas primeiras doze horas da admissão hospitalar.
CONTEÚDO EXCLUSIVO
Confira nossos planos especiais de assinatura e desbloqueie agora!
Ops! Esta questão ainda não tem resolução em texto.
Ops! Esta questão ainda não tem resolução em vídeo.
Questões Relacionadas
As infecções hospitalares são aquelas que acontecem depois de 48 horas da admissão do paciente ou após realização de qualquer procedimento invasivo, e podem se manifestar durante a internação ou após a alta. As mais comuns são: pneumonia, em especial associada à ventilação mecânica; infecção de corrente sanguínea, principalmente associada ao cateter central; infecções do trato urinário associada ao cateter urinário; e as de sítio cirúrgico.
Elas acarretam aumento do tempo de internação, podendo contribuir ou até causar o óbito do paciente. São dos eventos adversos mais frequentes nos hospitais, caracterizando-se como problema de saúde pública.
Durante a pandemia da covid-19, os pacientes que…
Um servidor público federal de 68 anos de idade, com antecedentes de hipertensão arterial sistêmica, dislipidemia, obesidade visceral, tabagismo, sedentarismo e doença arterial coronária, encontra-se em perícia para avaliação de possível doença que enseja isenção do imposto de renda, conforme especificado em lei.
Em 29 de janeiro de 2021, ele sofreu um infarto agudo do miocárdio de parede anterior não complicado e foi tratado por angioplastia primária, com implante de stent farmacológico na região proximal da descendente anterior, sem lesões significativas nas demais artérias. Em janeiro de 2023, passou por ablação por cateter para tratamento de flutter atrial e, em dezembro do mesmo ano, fo…
Um paciente de 68 anos de idade, com antecedente de diabetes havia 15 anos, compareceu ao pronto-atendimento com queixa de dispneia. Havia dois meses, iniciara um quadro de dispneia progressiva, inicialmente apenas com esforços maiores que os habituais, mas, nas últimas duas semanas, o quadro evoluíra para dispneia inclusive ao tomar banho. Na véspera do comparecimento ao pronto-atendimento, ele havia despertado do sono com dispneia, obtendo melhora após ficar 20 minutos na posição sentada. Relatou uso regular de metformina e negou outras comorbidades ou vícios. Ao exame físico, apresentava-se com extremidades quentes, normocorado, frequência cardíaca de 121 bpm, pressão arterial de 116 mmHg…




