Texto 1
DIVERSIDADE LINGUISTICA TŨG
Estudo tẽg tỹ vẽnhvinven nỹtĩ ki, Unesco tỹ nón tugnỹm mỹr, ga kri vẽnhvĩ tỹ 7 mil tag ki 90% kãfór tóg vãgfor jãhá nỹtĩ, século tag pãtén ja tá. Kỹ tag tóg ẽg tỹ to kanẽ jur tỹvĩ nỹ, hamẽ, hã jamãn kỹ, vẽnhvĩ tag fe mrinmrin mãn jé, revitalização to vẽnhrãjrãj tỹ hẽnrike tỹ vẽnhvinven mũ gé, indicadores de vitalidade ke mũ ẽn tỹ rãnhrãj jé. Brasil ki ẽg tóg vẽnhvĩ to documentação tỹ rẽnhrẽj vég tĩ, vẽnhvĩ ki material pedagógico to vẽnhrẽnhrẽj kegé, vẽnhvĩ kajrẽnrẽn jé, kar vãhã ser transmissão intergeracional to vẽnhrẽnhrẽj ti kegé, movimento mág tag kãki.
Adaptado de: https://revistas.ufrj.br/index.php/rl/article/view/10436/7928. Acesso em: 28 jul. 2025.
Crise da diversidade linguística
A Unesco alerta para a crise da diversidade linguística que o mundo enfrenta. Estudos recentes têm demonstrado que, das cerca de 7 mil línguas faladas no mundo, mais de 90% estão condenadas a desaparecer até a virada deste século. Esse fenômeno tem despertado um grande interesse e preocupação a nível global e, com isso, várias iniciativas de revitalização têm surgido para apoiar as línguas em perigo de desaparecimento, abordando os diferentes fatores de vitalidade linguística. No Brasil as iniciativas se concentram na área da documentação linguística e produção de materiais pedagógicos para a educação escolar, especialmente para o ensino das línguas indígenas. Mais recentemente, dentro desse grande movimento, têm surgido iniciativas que trabalham com a transmissão intergeracional das línguas indígenas.
Adaptado de: https://revistas.ufrj.br/index.php/rl/article/view/10436/7928. Acesso em: 28 jul. 2025.
Texto 2
KANGÁG AG VĨ MỸ DÉCADA INTERNACIONAL
Década Internacional das Línguas Indígenas (DILI) vỹ Nações Unidas ag Assembleia Geral kã vãnhven, prỹg tỹ 2019 kã, kanhgág vĩ prỹg internacional fĩnrãm ja tá, ẽmã mág tỹ Bolivia tá Kanhgág ag tỹ ẽg mỹ tag han ke ja tugnĩn. Mỹr kanhgág tag ag mỹ ga ri kanhgág vĩ kar jagfy venhrãnhrãnh mág han ke tóg kã nỹ, kanhgág vĩ vỹ nỹtĩ, kanhgág vĩ vỹ há nỹtĩ, kanhgág vĩ vỹ tar nỹtĩnh mũ, ke jé. Bolivia tá Kanhgág ag tỹ kure ke ja tag kãpãn, prỹg tỹ 2020 kã México tá vẽnhrá tỹ Declaração de Los Pinos tóg vẽnhven mũ hẽren kỹ vẽnh jykre mág han ke Ga kar mĩ kanhgág vĩ kar jagfy vẽnh rãnhrãj mág han jé prỹg tỹ dez kãki, DILI ke mũ ẽn hã vẽ. Vẽnh jykre tag kãki principio tỹ jo jã vỹ tỹ povo tỹ kanhgág kar ag tỹ vẽnh rẽnh tag jo nỹtĩj ke nĩ, ag jã tá han ke tũ pẽ, decisão, consulto, planejamento kar implementação ti. Hã vẽ ser ti lema ti “Ẽg jã tá ẽg mỹ nén ũ to jykrén kỹ han tug nĩ ha” Nada para nós sem nós.
Adaptado de: https://www.decadalinguasindigenasbr.com/. Acesso em: 28 jul. 2025.
A década internacional das línguas indígenas
A Década Internacional das Línguas Indígenas (DILI – 2022-2032) foi instituída na Assembleia Geral das Nações Unidas em 2019, ao final do Ano Internacional das Línguas Indígenas, pela demanda dos povos indígenas da Bolívia que compreenderam a importância de uma ação efetiva e contínua em prol do reconhecimento, da valorização e da manutenção das línguas indígenas no mundo. A partir dessa demanda legítima, provocada pelos povos indígenas bolivianos, em 2020 no México foi elaborada a Declaração de Los Pinos que instituiu os fundamentos para a construção de um Plano de Ação Global para a DILI, e estabeleceu como princípio norteador a participação efetiva dos povos indígenas na tomada de decisão, consulta, planejamento e implementação, tendo como lema “Nada para nós sem nós”.
Adaptado de: https://www.decadalinguasindigenasbr.com/. Acesso em: 28 jul. 2025.
Texto 3
KANHGÁG AG VĨ COOFICIALIZA KE
Ẽmã mág kãki vẽnhvĩ oficial jagtã tá kanhgág vĩ tỹ oficial han vẽ, cooficialização ti, região, município ketũnĩkỹ estado kãki (Brasil kãki fóg ag vĩ tỹ português rike). Tag hã vỹ tỹ ẽmã mág kãki nação vĩ rike han kỹ kanhgág vĩ tóg status juridico nỹtĩj mũ, serviço público, educação kar comunicação oficial tóg kanhgág vĩ ki nỹtĩj mũ gé. Kar ser região kãki vẽnhvĩ cooficialização han tag mĩ administração kãki kegé. Reconhecimento tag vỹ kanhgág ag vĩ vãgfor kamãg mũ gé, vẽnhvĩ tag tỹ tar ke mãn kỹ, mỹr ũ ‘e tóg krunhkrój nỹtĩ ha. Tag pãte cooficialização vỹ kanhgág nỹtĩ ja mĩ ag vĩ to direito garanti kej mũ. Brasil kãki municipio tỹ kanhgág vĩ cooficializa ke vén mũ vỹ tỹ São Gabriel da Cachoeira nĩ, Amazonas tá. Kanhgág vĩ tỹ Nheengatu, Tukano kar Baniwa cooficializa ke ag tóg 2002 kã, kar Yanomami ti 2017 kã.
Adaptado de: https://www.gov.br/funai/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/Cartilha_de_Co_oficializacao___BRASIL.pdf. Acesso em: 28 jul. 2025.
O que é a cooficialização das línguas indígenas?
A cooficialização é o processo pelo qual uma língua indígena é reconhecida como oficial em uma determinada região, município ou estado, junto à língua oficial do país (como o português no Brasil). Isso significa que, além do idioma nacional, a língua indígena também tem um status jurídico que garante seu uso em serviços públicos, educação, comunicação oficial e outros âmbitos da vida social e administrativa na região onde é cooficializada. Esse reconhecimento visa promover a preservação, valorização e revitalização das línguas indígenas, já que muitas delas estão em risco de adormecimento. Além disso, a cooficialização busca garantir os direitos linguísticos das comunidades indígenas. No Brasil, o município pioneiro foi São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas, em que foram cooficializadas as línguas indígenas Nheengatu, Tukano, Baniwa em 2002 e Yanomami em 2017. A cooficialização pode envolver várias medidas práticas, como a formação de professores bilingues, a tradução de documentos públicos, a inclusão das línguas no currículo escolar e a prestação de serviços públicos nas línguas cooficiais.
Disponível em: https://www.gov.br/funai/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/Cartilha_de_Co_oficializacao___BRASIL.pdf. Acesso em: 28 jul. 2025.
REDACÃO HAN JÉ TŨGNỸM KE
Texto 1, 2 kar 3 tojãn kar kãpãn vẽsóki texto dissertativo-argumentativo rán nĩ tema tỹ Diversidade linguistica kar cultural tỹ tũg jã há tag to, ti desafio kar to ne tumẽj ke to kãmén nĩ. Texto tegtũ tag kãki vẽnh jykre tỹ jagnẽ ki hã ke ẽn tugnỹm nĩ, ã tỹ ã jykre kãmén jé, ã jykre jagfy to féfén jé. Kanhgág vĩ tỹvĩn ki ã tóg texto tag rán kãn ke mũ.
Leia os textos 1, 2 e 3 e, a partir dessa leitura, elabore um texto dissertativo-argumentativo com o tema “Risco de desaparecimento da diversidade linguística e cultural”. Considere os desafios e perspectivas. O texto deve ser integralmente escrito em Língua Kaingang. Organize e relacione, de forma coerente e coesa, valores, opiniões, crenças, hipóteses e ideias a fim de defender o seu ponto de vista.
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DIVERSIDADE LINGUISTICA TŨG
Estudo tẽg tỹ vẽnhvinven nỹtĩ ki, Unesco tỹ nón tugnỹm mỹr, ga kri vẽnhvĩ tỹ 7 mil tag ki 90% kãfór tóg vãgfor jãhá nỹtĩ, século tag pãtén ja tá. Kỹ tag tóg ẽg tỹ to kanẽ jur tỹvĩ nỹ, hamẽ, hã jamãn kỹ, vẽnhvĩ tag fe mrinmrin mãn jé, revitalização to vẽnhrãjrãj tỹ hẽnrike tỹ vẽnhvinven mũ gé, indicadores de vitalidade ke mũ ẽn tỹ rãnhrãj jé. Brasil ki ẽg tóg vẽnhvĩ to documentação tỹ rẽnhrẽj vég tĩ, vẽnhvĩ ki material pedagógico to vẽnhrẽnhrẽj kegé, vẽnhvĩ kajrẽnrẽn jé, kar vãhã ser transmissão intergeracional to vẽnhrẽnhrẽj ti kegé, movimento mág tag kãki.
Adaptado de: https://revistas.ufrj.br/index.php/rl/article/view/10436/7928. Acesso em: 28 jul. 2025.
Texto 1
TERRITORIALIDADE E POVOS INDÍGENAS: DADOS GERAIS SOBRE A DEMOGRAFIA INDÍGENA
[…] O território é condição para a vida dos povos indígenas, não somente no sentido de um bem material ou fator de produção, mas como o ambiente em que se desenvolvem todas as formas de vida. Território, portanto, é o conjunto de seres, espíritos, bens, valores, conhecimentos e tradições que garantem a possibilidade e o sentido da vida individual e coletiva. Ou ainda, a terra é um fator fundamental de resistência dos povos indígenas. É o tema que unifica, articula e mobiliza todos: as aldeias, os povos e as organizações indígenas, em torno de uma bandeira de luta comum que é a defesa de seus território…
Texto 1
Metade dos trabalhadores aponta o dinheiro como maior causa de preocupação, diz pesquisa
Uma pesquisa da fintech Onze, em parceria com a Icatu, cedida com exclusividade ao G1, mostra que 49% dos entrevistados apontam o dinheiro como a principal fonte de preocupação. O número é maior que temas como saúde (19%), família (15%), trabalho (7%), violência (7%) e política (3%).
O estudo ouviu 8.701 pessoas, que são trabalhadores de carteira assinada (CLT), autônomos (MEI), desempregados, aposentados e funcionários públicos. Os dados revelaram um cenário crítico de falta de planejamento financeiro e sobrecarga emocional.
Dos entrevistados que assinalaram a preocupação com as finanças em prim…



