Leia, com atenção, o texto a seguir.
A introdução da demonstração do valor adicionado (DVA) na contabilidade brasileira, mesmo não sendo obrigatória pelo IRFS, ajuda a suprir uma necessidade crescente: a evidenciação de informações a respeito do impacto social das empresas e não somente de seus desempenhos financeiros. Os relatórios de sustentabilidade socioambiental (que não são obrigatórios e não fazem parte das demonstrações contábeis) têm esse objetivo. Afinal, nada mais justo do que as empresas prestarem contas de sua atuação não só para investidores e credores, mas também para outros stakeholders, direta ou indiretamente, impactados pelo negócio.
Guia de IRFS – Perguntas e Respostas. Revista Capital Aberto. Edição Especial, Fevereiro/2011, p. 29. Coordenação: Prof. Eric Aversari Martins.
Considerando que o texto apresentado tem caráter meramente motivador, redija um texto dissertativo e (ou) descritivo com o tema “Demonstração do Valor Adicionado (DVA)”. Aborde, necessariamente, os seguintes tópicos:
a – o que é valor adicionado e valor adicionado recebido em transferência?
b – por que o valor adicionado a distribuir pode diferir do valor adicionado bruto gerado pela entidade?
c – qual é a destinação do valor adicionado na DVA?
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A Cia Green vendia produtos naturais. A empresa apresentava o seguinte balanço patrimonial em 31/12/2023:

Com base no balanço patrimonial:
a) Determine o indicador de liquidez seca, de liquidez corrente e de liquidez geral, explicando o que significa cada resultado obtido.
b) Explique qual dos três indicadores é considerado o mais conservador e por que.
c) Indique uma decisão que pode ser tomada pelos administradores da Cia Green, com base nos indicadores obtidos.
A Cia XYZ apresentava em 31/12/X0 o seguinte balanço patrimonial:

No ano de X1, a companhia foi acionada na justiça por um grupo de funcionários, que pediam R$40.000, e por um grupo de clientes, que pediam R$20.000. Os advogados estimavam que as causas teriam um desfecho em X1 e que a perda, nos dois casos, era provável.
No ano de X2, as duas causas foram julgadas. A Cia XYZ perdeu a primeira causa, tendo que pagar a seus funcionários R$40.000, e ganhou a segunda, de modo que não precisaria pagar o montante previsto aos clientes.
Além disso, nos anos de X1 e de X2, a sociedade empresária contabilizou apenas receitas tributáveis, que foram, respectivamente, de R$350.000 e de R$300.000. Já as…
Uma sociedade empresária apresentava em 31/12/X0 o seguinte balanço patrimonial (em milhões de Reais):

Os móveis tinham vida útil de 4 anos e valor residual de zero.
No ano de X1, aconteceram os seguintes fatos (em milhões de Reais):
- Pagamento da dívida com funcionários.
- Contração de empréstimo bancário no valor de R$50.000 para pagamento em março de X3.
- Venda de todo o estoque por R$60.000 para recebimento em janeiro de X2. A empresa estimava perdas com crédito de liquidação duvidosa de 2%.
- Reconhecimento e pagamento de despesas gerais no valor de R$12.000.
- Reconhecimento da despesa de depreciação dos móveis.
- Realização do teste de recuperabilidade dos ativos imobilizados. O terreno tinha…




