“O analfabetismo é um grande problema social em diversos países, onde muitos indivíduos, por razões diversas, não conseguiram adquirir um domínio adequado da leitura e escrita. Em situações em que essa habilidade é exigida, essas pessoas são prejudicadas e frequentemente excluídas. Mais recentemente, com o advento da Sociedade da Informação, em que as TICs (Tecnologias de Informação e Comunicação) se fazem cada vez mais presentes na vida dos indivíduos, vemos surgir um novo tipo de excluído: o excluído digital. Quando a pessoa não possui o domínio, ainda que mínimo, dos conhecimentos e habilidades necessários para a interação com essas tecnologias, isto se torna um fator de exclusão. A nossa atualidade exige que, além do domínio do ler e escrever, sejamos também letrados digitais.”
Adaptado de ARAÚJO, V. D. L.; GLOTZ, R. E. O. “O letramento digital
enquanto instrumento de inclusão social e democratização do
conhecimento: desafios atuais”. In: Revista Científica de Educação a
Distância. Vol. 2, nº 1, Jun/2009.
Com base no trecho citado e em seus conhecimentos sobre o assunto:
a) Descreva a distinção e as relações entre o letramento e o letramento digital.
b) Forneça um exemplo de conhecimento ou habilidade digital e uma situação de exclusão resultante do seu não desenvolvimento.
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Leia os textos a seguir para responder à questão:
Texto I
CAPÍTULO II
DOS PRINCÍPIOS NORTEADOS
Art. 3° São princípios da Educação Profissional e Tecnológica:
I – articulação com o setor produtivo para a construção coerente de itinerários formativos, com vista ao preparo para o exercício das profissões operacionais, técnicas e tecnológicas, na perspectiva da inserção laboral dos estudantes; […]
CAPÍTULO III
DA ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO
Art. 8° São critérios para o planejamento e a organização de cursos de Educação Profissional e Tecnológica:
I – atendimento às demandas socioeconômico ambientais dos cidadãos e do mundo de trabalho; […]
CAPÍTULO X
DA PRÁTICA PROFISSIO…
Os problemas escolares atuais, elencados pelos estudos especializados, são muito numerosos: falta de comunicação eficiente com os pais, problemas de relacionamento causados pelo uso indiscriminado do WhatsApp, falta de informações necessárias sobre a vida escolar dos alunos e a falta de engajamento dos pais, além da impossibilidade de conter a violência social que é trazida para o relacionamento dentro da sala de aula.
A escola fundada nos “programas de lições previamente traçadas” e no regime do “aprende ou serás castigado” ignorava, antes do mais, a complexidade do ato educativo e tudo que podia realmente conseguir eram crianças hábeis no jogo da dissimulação, que procuravam cumprir – para evitar a pena ou ganhar o prêmio –, com o mínimo de responsabilidade voluntária, a tarefa obrigatória que lhes marcavam os mestres.
Passar daí para o domínio de uma escola onde não se faz senão o que der na veneta, onde tudo seja prazer no sentido pejorativo e flácido desse termo, seria substituir o regime do compulsório, desagradável e deseducativo da escola tradicional pelo regime do caprichos…



