Posto isso, a medição do produto, da renda e da despesa nacional é demonstrada por meio do fluxo circular da renda mediante um modelo simplificado de uma economia sem governo e sem transações com o exterior, ou seja, em uma economia fechada e sem o governo. Ao se considerar as hipóteses simplificadoras atuantes nessa economia, tem-se que as empresas vendem toda a sua produção, seja aos consumidores ou a outras empresas, ou seja, tudo o que é produzido é vendido e os proprietários dos fatores de produção gastam toda a sua renda na aquisição de bens de consumo, não havendo poupança.
Desse modo, o fluxo circular da renda é constituído por dois agentes econômicos básicos: as firmas e os indivíduos. Assim, do lado esquerdo desse fluxo, estão os indivíduos e, do lado direito, estão as empresas. Em uma economia organizada de forma capitalista, os diversos agentes relacionam-se economicamente por meio dos mercados. Portanto, tem-se o mercado de fatores na parte superior desse fluxo e, na parte inferior, o mercado de produtos, interagindo com os indivíduos e com as empresas por meio das linhas cheias (parte externa superior e inferior desse fluxo), que representam movimentos de bens (fluxo de bens e serviços), e das linhas tracejadas (parte interna superior e inferior desse fluxo, no sentido contrário das linhas cheias desse fluxo), representando a contrapartida monetária do movimento de bens (fluxo monetário).
Amaury Patrick et al. Introdução à Economia. Saraiva. São Paulo, 2011 (com adaptações).
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