Os geógrafos dos anos sessenta do século passado atribuíram tudo ao espaço. Hoje em dia, eles falam mais comumente de território. Essa mudança reflete, em parte, os debates epistemológicos internos à geografia, que é, sobretudo, testemunha de uma profunda transformação do mundo e de uma mutação correlata das maneiras de compreendê-lo. Concorrem para isso o declínio das ideologias de dominância econômica, tão populares durante os “Trinta Gloriosos”, a atenção mais perspicaz dada à maneira pela qual os homens vivem o seu meio e a fragilização das identidades, desencadeada pelo declínio das filosofias da história que serviam para interpretar o mundo. A partir de agora, é aos lugares e aos territórios e àquilo que os diferencia que muitos se referem para dizer o que eles são e em que se distinguem uns dos outros.
Paul Claval. O território na transição da pós-modernidade. GEOgraphia, 1999, n.º 2, ano 1, p. 29-54 (com adaptações).
Considerando que o fragmento de texto apresentado tem caráter unicamente motivador, disserte sobre as abordagens espaciais e(ou) territoriais, no campo do saber geográfico, durante os seguintes períodos:
- fase inicial do determinismo ou ambientalismo geográfico;
- fase inicial da geografia crítica radical;
- fase emergente da geografia humanista.
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