sqd-sistema-de-questoes-discursivas-fundo-escuro-250
Busca por enunciado
Matéria
Banca
Área
Órgão
Ano
Linhas
Q89263 | Português
Banca: IADESVer cursos
Ano: 2019
Órgao: IRBr - Instituto Rio Branco

A-+=
Salvar em caderno (0)
Faça login para salvar Fechar
Meus Cadernos

        O alimento representa o povo que o consome em uma imagem imediata e perceptiva. Dá a impressão confusa e viva do temperamento e da maneira de viver, de conquistar os víveres, de transformar o ato de nutrição em uma cerimônia indispensável de convívio humano.
 
        A cozinha dos povos colonizadores não erradicou a cozinha dos povos colonizados. Houve, naturalmente, uma interdependência tanto maior quanto o grau de assimilação seja mais alto. […] A população nascida dessas raízes étnicas possuirá uma cozinha participante de ambas as influências.
        
        A feijoada, simples ou “completa” (sempre incompleta, no julgamento dos entendidos), é o primeiro prato brasileiro em geral. Inútil tentar divulgá-la como atração turística. Será mesmo que oferecer caracóis e rãs a um sertanejo velho. Demasiadamente nutritiva, indigesta, estarrecedora. Certos alimentos exigem a capacidade conterrânea do consumo e do gosto, intransmissível ao estrangeiro, mesmo curioso de originalidades anômalas. Todos esses visitantes possuem suas maravilhas locais que escapam ao nosso gabo sincero. […] O paladar não é tão universal como a fome. Há distinções, resistências, peculiaridades, imposições misteriosas para o entendimento. A feijoada é uma dessas obras-primas, obrigando iniciação nacionalizante.
 
CASCUDO, Luís da Câmara. História da alimentação no Brasil.
São Paulo: Global Editora, 2016 (1a edição digital), com adaptações.
 

 
Com base na leitura dos trechos apresentados, comente a afirmação a seguir.
 
“O alimento representa o povo que o consome”
 
 
 
Extensão do texto: 15 a 20 linhas
[valor: 20,00 pontos]
loader-icon
1) Apenas um exemplo. O conteúdo real é bem diferente. O tipo de auditoria mais apropriado para o caso é a auditoria de regularidade ou de conformidade. No que tange ao objeto auditado, pode-se extrair dois tipos principais de auditoria: a auditoria de regularidade (ou conformidade) e a auditoria operacional (ou de desempenho). Segundo a Organização Internacional de Entidades Fiscalizadoras Superiores – INTOSAI, a Auditoria de regularidade (regularity audit) compreende Auditoria financeira, Auditoria de controles internos e Auditoria da legalidade de atos administrativos. Já a auditoria operacional, por sua vez, tem um foco mais voltado para a gestão. Segundo o Manual de Auditoria Operacional do TC, a auditoria operacional é o processo de coleta e análise sistemáticas de informações sobre características, processos e resultados de um programa, atividade ou organização, com base em critérios fundamentados, com o objetivo de aferir o desempenho da gestão governamental. Tópico 2: Três procedimentos de auditoria que deverão ser adotados. Justifique-os. Há uma série de procedimentos de que podem ser adotados no processo de fiscalização e auditoria, que podem ser citadas na resposta. 1) Avaliação do Sistema de Controle Interno: avaliação dos controles que auxiliam a entidade a cumprir as leis, as normas e os regulamentos; 2) Circularização (Confirmação Externa): confirmação, junto a terceiros, de fatos alegados pela entidade; 3) Exame e comparação de livros e registos: o confronto, o contejamento e a comparação de registros e documentos, para a comprovação da validade e autenticidade do universo, população ou amostra examinada; 4) Exame e comprovação documental: consistem em apurar, demonstrar, corroborar e concorrer para provar, acima de qualquer dúvida cabível, a validade e autenticidade de uma situação, documento ou atributo ou responsabilidade do universo auditado, através de provas obtidas em documentos integrantes dos processos administrativo, orçamentário, financeiro, contábil, operacional, patrimonial, ou gerencial do ente público no curso normal da sua atividade e dos quais o profissional de auditoria governamental se vale para evidenciar suas constatações, conclusões e recomendações.

CONTEÚDO EXCLUSIVO

Confira nossos planos especiais de assinatura e desbloqueie agora!

Este campo é para fins de validação e não deve ser alterado.
Quer ver esse conteúdo aqui? Vote abaixo.
Este campo fica oculto ao visualizar o formulário
Este campo fica oculto ao visualizar o formulário
Este campo fica oculto ao visualizar o formulário
Este campo fica oculto ao visualizar o formulário
Este campo fica oculto ao visualizar o formulário

Ops! Esta questão ainda não tem resolução em texto.

Este campo é para fins de validação e não deve ser alterado.
Quer ver esse conteúdo aqui? Vote abaixo.
Este campo fica oculto ao visualizar o formulário
Este campo fica oculto ao visualizar o formulário
Este campo fica oculto ao visualizar o formulário
Este campo fica oculto ao visualizar o formulário
Este campo fica oculto ao visualizar o formulário

Carregando…

Ops! Esta questão ainda não tem resolução em vídeo.

Este campo é para fins de validação e não deve ser alterado.
Quer ver esse conteúdo aqui? Vote abaixo.
Este campo fica oculto ao visualizar o formulário
Este campo fica oculto ao visualizar o formulário
Este campo fica oculto ao visualizar o formulário
Este campo fica oculto ao visualizar o formulário
Este campo fica oculto ao visualizar o formulário

Conteúdo exclusivo para alunos da Academia de Discursivas ou assinantes do Sistema de Questões Discursivas.
  • Este formulário é para reportar erros nesta questão discursivas. Caso tenha dúvidas ou precise de ajuda, clique aqui para ver nossos canais de contato.
  • Este campo fica oculto ao visualizar o formulário
  • Opcional

Questões Relacionadas

MatériaPortuguês
BancaIADES

Leia, com atenção, o texto a seguir.

Paul Virilio disse recentemente que, se parece bastante prematura a declaração de Francis Fukuyama a respeito do “fim da história”, pode-se, cada vez com mais confiança, falar atualmente do “fim da geografia”. As distâncias já não importam, ao passo que a ideia de uma fronteira geográfica é cada vez mais difícil de sustentar no “mundo real”. Parece claro, de repente, que as divisões dos continentes e do globo como um todo foram função das distâncias, outrora impositivamente reais em razão dos transportes primitivos e das dificuldades de viagem.

[…] Parece ser essa a razão – assinalemos – pela qual a “realidade das fronteiras” foi, como regra, no geral, um…

Uma das obras do embaixador Alberto da Costa e Silva tem por título Um rio chamado Atlântico.
 
SILVA, Alberto da Costa e. Um rio chamado Atlântico. A África no Brasil e o Brasil na África.
Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2011.
 
 
O escritor Guimarães Rosa escreveu um conto intitulado A terceira margem do rio.
 
ROSA, J. Guimarães. A terceira margem do rio. In: Primeiras estórias.
Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001, p. 14-48.
 

 
Combine as duas metáforas observadas nos títulos apresentados e discorra a respeito do que, em sua opinião, seria a “terceira margem” do Atlântico Sul.
 
 
Ext…

Leia, com atenção, o texto a seguir.

Os valores arquitetônicos devem ser salvaguardados (edifícios isolados ou conjuntos urbanos).
A vida de uma cidade é um acontecimento contínuo, que se manifesta ao longo dos séculos por obras materiais, traçados ou construções que lhe conferem personalidade própria e dos quais emana, pouco a pouco, a sua alma. São testemunhos preciosos do passado que serão respeitados, a princípio, por seu valor histórico ou sentimental; depois, porque alguns trazem uma virtude plástica na qual se incorporou o mais alto grau de intensidade do gênio humano. Eles fazem parte do patrimônio humano, e aqueles que os detêm ou são encarregados de sua proteção têm a responsabilida…

Espaço de Discussão

Converse com outros usuários do SQD

Acompanhar
Notificar
0 Comentários
Antigos
Recentes Votados
Inline Feedbacks
Ver todos comentários