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Q88381 | Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IdecanVer cursos
Ano: 2018
Órgao: CRF SP - Conselho Regional de Farmácia de São Paulo

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Texto I
A nova revolta da vacina
Ao lado dos antibióticos, as vacinas estão entre as grandes conquistas da medicina. Desde que o médico britânico Edward Jenner decidiu inocular um garoto de sete anos com o conteúdo extraído de uma pústula de varíola, em 1796, e descobriu que isso garantia proteção contra a enfermidade, as doenças infecciosas passaram a figurar entre aquelas contra as quais a ciência finalmente possuía alguma forma de controle.
A varíola, que durante séculos dizimou populações, está erradicada desde 1980. A poliomielite, que até décadas atrás deixava crianças sem andar, está em vias de desaparecer graças à vacina. Tamanhas evidências de benefício para a saúde, porém, não são suficientes para os adeptos do movimento antivacina, um grupo que cresce em vários países, inclusive no Brasil.
A responsabilidade dos antivacina no recrudescimento no número de casos de doenças preveníveis voltou à discussão com o surto de sarampo enfrentado na Europa, com sete mil pessoas contaminadas, e em Minnesota, nos Estados Unidos. Desde abril, foram registrados por lá 69 casos da doença. Desses, 65 ocorreram em crianças que não foram imunizadas e um atingiu um bebê que havia recebido apenas uma das duas doses recomendadas. […]
No País, não há levantamentos sobre o tamanho da tendência. O que se tem são dois indicativos. O primeiro é a cobertura vacinal, que passa por uma pequena oscilação, para baixo. Em 2015, a do rotavírus foi de 95%. Em 2016, de 88%. A de pólio, 98% em 2015 e 84% em 2016. No Rio de Janeiro, vinte mil doses da vacina contra o HPV (o vírus é responsável por casos de câncer de colo de útero) podem ir para o lixo se não forem utilizadas até agosto, quando expira a validade. O outro termômetro são os grupos antivacina ativos nas redes sociais. No Facebook, eles reúnem mais de treze mil pessoas.
(IstoÉ, 26/05/2017 nº 2476. Disponível em: https://istoe.com.br/nova-revolta-da-vacina/.)
Texto II
Vacinas são medicamentos fundamentais para o combate a doenças na história da medicina. Diferentemente dos antibióticos, que entram em cena depois que uma infecção bacteriana foi identificada, as vacinas são usadas preventivamente, instigando a produção de anticorpos e protegendo o organismo de contrair uma dada doença. O investimento maior em vacinas parte da ideia de que as chances de surgirem bactérias multirresistentes (nome mais técnico das “superbactérias”) são maiores quando há mais pessoas se tratando com antibióticos depois de contrair uma doença. A vacina cortaria o ciclo ajudando a reduzir o número de pessoas com essa doença. No início de julho, um encontro promovido pela GSK, uma das grandes multinacionais produtoras de vacina, reuniu membros da academia, indústria e de agências regulatórias para tratar do tema. Segundo relato da farmacologista e correspondente da revista Nature, Alison Abbott, organizações como a filantrópica Fundação Bill & Melinda Gates colocaram a produção de vacinas como prioridade. “A produção de vacinas é uma coisa cara. Mas ao demonstrar o quão eficientes elas são no combate a resistência antimicrobiana (…), empresas farmacêuticas esperam encorajar governos e organizações de saúde a dar melhores incentivos para novos produtos, garantindo um mercado para eles, por exemplo”, disse David Salisbury, consultor e antigo diretor de imunização do departamento de saúde britânico. “Precisamos fazer um caso mais forte, com mais evidências, para mais vacinas”.
(Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/expresso/2017/07/25/Como-vacinas-podem-ajudar-no-combate-a-superbact%C3%A9rias.)
Texto III
(A Revolta da Vacina em charge de Leonidas, publicada na revista O Malho, em 29/10/1904.)
Texto IV
(Disponíve em: http://www.caars.org.br/previne-78-prorrogada-campanha-vacinacao-contra-gripe-h1n1-caars-ate-dia-26-maio.)
A partir dos textos motivadores redija um texto dissertativo-argumentativo sobre o tema:
“Estratégias de conscientização da população sobre a importância da vacinação”.

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1) Apenas um exemplo. O conteúdo real é bem diferente. O tipo de auditoria mais apropriado para o caso é a auditoria de regularidade ou de conformidade. No que tange ao objeto auditado, pode-se extrair dois tipos principais de auditoria: a auditoria de regularidade (ou conformidade) e a auditoria operacional (ou de desempenho). Segundo a Organização Internacional de Entidades Fiscalizadoras Superiores – INTOSAI, a Auditoria de regularidade (regularity audit) compreende Auditoria financeira, Auditoria de controles internos e Auditoria da legalidade de atos administrativos. Já a auditoria operacional, por sua vez, tem um foco mais voltado para a gestão. Segundo o Manual de Auditoria Operacional do TC, a auditoria operacional é o processo de coleta e análise sistemáticas de informações sobre características, processos e resultados de um programa, atividade ou organização, com base em critérios fundamentados, com o objetivo de aferir o desempenho da gestão governamental. Tópico 2: Três procedimentos de auditoria que deverão ser adotados. Justifique-os. Há uma série de procedimentos de que podem ser adotados no processo de fiscalização e auditoria, que podem ser citadas na resposta. 1) Avaliação do Sistema de Controle Interno: avaliação dos controles que auxiliam a entidade a cumprir as leis, as normas e os regulamentos; 2) Circularização (Confirmação Externa): confirmação, junto a terceiros, de fatos alegados pela entidade; 3) Exame e comparação de livros e registos: o confronto, o contejamento e a comparação de registros e documentos, para a comprovação da validade e autenticidade do universo, população ou amostra examinada; 4) Exame e comprovação documental: consistem em apurar, demonstrar, corroborar e concorrer para provar, acima de qualquer dúvida cabível, a validade e autenticidade de uma situação, documento ou atributo ou responsabilidade do universo auditado, através de provas obtidas em documentos integrantes dos processos administrativo, orçamentário, financeiro, contábil, operacional, patrimonial, ou gerencial do ente público no curso normal da sua atividade e dos quais o profissional de auditoria governamental se vale para evidenciar suas constatações, conclusões e recomendações.

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O tipo de auditoria mais apropriado para o caso é a auditoria de regularidade ou de conformidade. No que tange ao objeto auditado, pode-se extrair dois tipos principais de auditoria: a auditoria de regularidade (ou conformidade) e a auditoria operacional (ou de desempenho). Segundo a Organização Internacional de Entidades Fiscalizadoras Superiores – INTOSAI, a Auditoria de regularidade (regularity audit) compreende Auditoria financeira, Auditoria de controles internos e Auditoria da legalidade de atos administrativos. Já a auditoria operacional, por sua vez, tem um foco mais voltado para a gestão. Segundo o Manual de Auditoria Operacional do TC, a auditoria operacional é o processo de coleta e análise sistemáticas de informações sobre características, processos e resultados de um programa, atividade ou organização, com base em critérios fundamentados, com o objetivo de aferir o desempenho da gestão governamental. Há uma série de procedimentos de que podem ser adotados no processo de fiscalização e auditoria, que podem ser citadas na resposta. Avaliação do Sistema de Controle Interno: avaliação dos controles que auxiliam a entidade a cumprir as leis, as normas e os regulamentos; Circularização (Confirmação Externa): confirmação, junto a terceiros, de fatos alegados pela entidade; Exame e comparação de livros e registos: o confronto, o contejamento e a comparação de registros e documentos, para a comprovação da validade e autenticidade do universo, população ou amostra examinada; Exame e comprovação documental: consistem em apurar, demonstrar, corroborar e concorrer para provar, acima de qualquer dúvida cabível, a validade e autenticidade de uma situação, documento ou atributo ou responsabilidade do universo auditado, através de provas obtidas em documentos integrantes dos processos administrativo, orçamentário, financeiro, contábil, operacional, patrimonial, ou gerencial do ente público no curso normal da sua atividade e dos quais o profissional de auditoria governamental se vale para evidenciar suas constatações, conclusões e recomendações. Processos administrativo, orçamentário, financeiro, contábil, operacional, patrimonial, ou gerencial do ente público no curso normal da sua atividade e dos quais o profissional de auditoria governamental se vale para evidenciar suas constatações, conclusões e recomendações.

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