
Cada folha desta árvore dela faz parte indissolúvel até alcançar as raízes e a terra.
Os frutos que caem ao solo servem a se reproduzir pela multiplicação. A sinergia criada pelo teatro do oprimido (T.O.) aumenta o seu poder transformador na medida em que se expande e que entrelaça diferentes grupos de oprimidos: é preciso conhecer não apenas as suas próprias, mas também as opressões alheias. A solidariedade entre semelhantes é parte medular do T.O.
No tronco da árvore surgem, primeiro, os jogos, porque reúnem duas características essenciais da vida em sociedade: possuem regras, como a sociedade possui leis, que são necessárias para que se realizem, mas necessitam da liberdade criativa para que o jogo, ou a vida, não se transforme em servil obediência. Sem regras não há jogo, sem liberdade não há vida.
Augusto Boal. Teatro do oprimido e outras poéticas políticas.
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005, p. 16-17 (com adaptações).
O teatro do oprimido, de Augusto Boal, tornou-se referência mundial de prática artística, social, política e pedagógica, sendo uma das expressões artísticas pontuais da história do teatro brasileiro e do ensino de teatro no Brasil. Comunica-se diretamente com a pedagogia do oprimido, de Paulo Freire, e tem forte influência do teatro épico de Bertold Brecht. A partir dessas informações e da imagem e do texto apresentados anteriormente, redija um texto dissertativo em atendimento ao que se pede a seguir.
1 Aborde uma relação direta entre o teatro do oprimido e a pedagogia do oprimido. [valor: 6,25 pontos]
2 Apresente e explique um aspecto do trabalho docente que promova a aprendizagem em teatro a partir da abordagem do teatro épico (Bertold Brecht) e do teatro do oprimido (Augusto Boal) em sala de aula. [valor: 8,00 pontos]
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