Mudanças sem precedentes têm colocado as empresas diante de questões complexas nos últimos tempos. Para enfrentar o cenário inédito, intensificado pelos efeitos da pandemia, pelo avanço tecnológico e pela ascensão da pauta ESG, o debate sobre a cultura organizacional e a gestão de pessoas tem ganhado destaque na agenda da alta administração. A geração Millennials, composta dos nascidos entre 1981 e 1995, está ocupando um espaço cada vez maior na força de trabalho e nas organizações. Novas formas de pensar, trabalhar, questionar e, principalmente, buscar constantemente por novos desafios já são uma realidade nos ambientes empresariais. Alinhar as expectativas das novas gerações de gestores com os objetivos estratégicos do negócio será essencial nesse contexto.
Ao contrário do que muitos imaginam, a cultura organizacional não é fixa ou permanente. Pelo contrário, a cultura deve sustentar os objetivos estratégicos do negócio. Uma mudança estratégica pode, portanto, exigir mudanças culturais. As crenças, os valores e os fundamentos do negócio, em geral, são mantidos. Os comportamentos, por outro lado, que são uma das partes mais visíveis da cultura empresarial, tendem a ser revistos diante de transformações externas ou grandes demandas internas. Por exemplo, empresas que ainda não estão alinhadas à agenda ESG provavelmente precisarão rever suas diretrizes em breve, não necessariamente seus valores.
Os métodos ágeis, que proporcionam mais autonomia e poder de decisão para quem está na ponta do processo, abrindo espaço para a experimentação e para o erro, têm se mostrado um recurso interessante para estimular e mobilizar as gerações mais jovens. Por outro lado, as mudanças no estilo de gestão também requerem treinamento e preparação das lideranças em geral. Mudanças precisam das pessoas para acontecer. A transformação digital, por exemplo, não ocorrerá de forma independente, por mais que seja uma exigência dos novos tempos. As mudanças, portanto, devem fazer sentido para as pessoas.
Manter os talentos na organização depende, entre outros fatores, de as lideranças terem consciência de que enfrentar desafios é uma das principais motivações das gerações Y e Z, que, até 2030, serão maioria nas empresas. Nesse sentido, o conceito linear e tradicional de plano de carreira deve ser substituído por diferentes oportunidades de desenvolvimento e experimentação. Programas de job rotation são opções atraentes para as gerações mais jovens, assim como a possibilidade de contribuírem em projetos relevantes e distintos. Mesmo com as melhores opções à disposição dos talentos, as organizações precisam, em paralelo, trabalhar sistematicamente os processos de formação de sucessores, uma vez que a rotatividade crescente é um fato em todos os níveis hierárquicos, não apenas na base da pirâmide.
Considerando que o texto acima tenha caráter exclusivamente motivador, redija um texto dissertativo acerca do tema a seguir.
Cultura organizacional e os desafios dos novos tempos
Ao elaborar seu texto, aborde, necessariamente, os seguintes aspectos:
a) ascensão da pauta ESG e sua influência na cultura organizacional nas empresas;
b) papel das lideranças nesse novo contexto para reforço de cultura organizacional; e
c) principais motivações das gerações Y e Z no ambiente corporativo e as formas como as empresas podem adaptar seus planos de carreira para atender a essas expectativas.
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