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Q430466 | Administração Geral e Pública
Banca: FGVVer cursos
Ano: 2025

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Texto I

O planejamento tem um papel relevante para os órgãos públicos. Contudo, existem obstáculos que devem ser superados para essa ação ajudar a melhorar os serviços e a qualidade de vida dos cidadãos.

Um deles é a ausência de projetos em longo prazo. Alguns órgãos públicos não visualizam como as atividades podem ser aperfeiçoadas nos próximos anos. As iniciativas têm um foco em tarefas, cujos resultados podem ser percebidos rapidamente.

Outro problema envolve o uso inadequado de recursos financeiros. Por exemplo, uma prefeitura utiliza parte do orçamento para contratar artistas nacionais de renome para festas locais, enquanto muitas escolas necessitam de melhorias, como a instalação de ar condicionado nas salas e compras de computadores.

Também vale destacar a ausência de indicadores de desempenho. No serviço público, alguns órgãos não medem como os serviços impactam os cidadãos. Sem essa referência, torna-se mais complicado implantar uma cultura voltada para o planejamento e a melhoria contínua.

https://www.softsystemit.com.br/blog/a-importancia-do-planejamento-estrategico-na-gestao-publica/

Texto II

O planejamento estratégico surgiu nos anos 60 como resposta a uma nova realidade que se desenhava. O ambiente externo às organizações públicas ou privadas determinava a nova ordem social: o grau de satisfação do consumidor ou usuário dos bens e serviços (cliente ou cidadão) passava a ser medido em função do atendimento de suas necessidades e não mais pela simples adaptação aos produtos e serviços oferecidos. Ademais, a crescente magnitude e a complexidade das mudanças, dos desafios, das ameaças, das incertezas, o ritmo das alterações e da evolução do conhecimento impunham às organizações a necessidade de desenvolvimento e adoção de instrumentos de gestão modernos e eficazes voltados para a compreensão do ambiente externo e para a construção de um futuro desejável. Esse instrumento começou a ser mais amplamente utilizado a partir dos anos 70 pelo setor privado, e dos anos 80 pelo setor público. Entretanto, em que pese o planejamento estratégico ser conhecido e adotado por organizações públicas há mais de uma década, ainda permanecem muitas barreiras quando da sua efetiva implementação e adoção como instrumento de gestão.

Revista TCU – Os Desafios da Implementação do Planejamento Estratégico nas Organizações Públicas – Mauro Giacobbo.

Redija um texto dissertativo contínuo, entre 20 e 30 linhas, em modalidade escrita formal da Língua Portuguesa, sobre o tema: “Desafios para a implementação do planejamento estratégico nas instituições públicas”. É importante que o texto aborde os seguintes aspectos: o conceito de planejamento, as vantagens e as limitações de se planejar estrategicamente em organizações públicas.

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1) Apenas um exemplo. O conteúdo real é bem diferente. O tipo de auditoria mais apropriado para o caso é a auditoria de regularidade ou de conformidade. No que tange ao objeto auditado, pode-se extrair dois tipos principais de auditoria: a auditoria de regularidade (ou conformidade) e a auditoria operacional (ou de desempenho). Segundo a Organização Internacional de Entidades Fiscalizadoras Superiores – INTOSAI, a Auditoria de regularidade (regularity audit) compreende Auditoria financeira, Auditoria de controles internos e Auditoria da legalidade de atos administrativos. Já a auditoria operacional, por sua vez, tem um foco mais voltado para a gestão. Segundo o Manual de Auditoria Operacional do TC, a auditoria operacional é o processo de coleta e análise sistemáticas de informações sobre características, processos e resultados de um programa, atividade ou organização, com base em critérios fundamentados, com o objetivo de aferir o desempenho da gestão governamental. Tópico 2: Três procedimentos de auditoria que deverão ser adotados. Justifique-os. Há uma série de procedimentos de que podem ser adotados no processo de fiscalização e auditoria, que podem ser citadas na resposta. 1) Avaliação do Sistema de Controle Interno: avaliação dos controles que auxiliam a entidade a cumprir as leis, as normas e os regulamentos; 2) Circularização (Confirmação Externa): confirmação, junto a terceiros, de fatos alegados pela entidade; 3) Exame e comparação de livros e registos: o confronto, o contejamento e a comparação de registros e documentos, para a comprovação da validade e autenticidade do universo, população ou amostra examinada; 4) Exame e comprovação documental: consistem em apurar, demonstrar, corroborar e concorrer para provar, acima de qualquer dúvida cabível, a validade e autenticidade de uma situação, documento ou atributo ou responsabilidade do universo auditado, através de provas obtidas em documentos integrantes dos processos administrativo, orçamentário, financeiro, contábil, operacional, patrimonial, ou gerencial do ente público no curso normal da sua atividade e dos quais o profissional de auditoria governamental se vale para evidenciar suas constatações, conclusões e recomendações.

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O tipo de auditoria mais apropriado para o caso é a auditoria de regularidade ou de conformidade. No que tange ao objeto auditado, pode-se extrair dois tipos principais de auditoria: a auditoria de regularidade (ou conformidade) e a auditoria operacional (ou de desempenho). Segundo a Organização Internacional de Entidades Fiscalizadoras Superiores – INTOSAI, a Auditoria de regularidade (regularity audit) compreende Auditoria financeira, Auditoria de controles internos e Auditoria da legalidade de atos administrativos. Já a auditoria operacional, por sua vez, tem um foco mais voltado para a gestão. Segundo o Manual de Auditoria Operacional do TC, a auditoria operacional é o processo de coleta e análise sistemáticas de informações sobre características, processos e resultados de um programa, atividade ou organização, com base em critérios fundamentados, com o objetivo de aferir o desempenho da gestão governamental. Há uma série de procedimentos de que podem ser adotados no processo de fiscalização e auditoria, que podem ser citadas na resposta. Avaliação do Sistema de Controle Interno: avaliação dos controles que auxiliam a entidade a cumprir as leis, as normas e os regulamentos; Circularização (Confirmação Externa): confirmação, junto a terceiros, de fatos alegados pela entidade; Exame e comparação de livros e registos: o confronto, o contejamento e a comparação de registros e documentos, para a comprovação da validade e autenticidade do universo, população ou amostra examinada; Exame e comprovação documental: consistem em apurar, demonstrar, corroborar e concorrer para provar, acima de qualquer dúvida cabível, a validade e autenticidade de uma situação, documento ou atributo ou responsabilidade do universo auditado, através de provas obtidas em documentos integrantes dos processos administrativo, orçamentário, financeiro, contábil, operacional, patrimonial, ou gerencial do ente público no curso normal da sua atividade e dos quais o profissional de auditoria governamental se vale para evidenciar suas constatações, conclusões e recomendações. Processos administrativo, orçamentário, financeiro, contábil, operacional, patrimonial, ou gerencial do ente público no curso normal da sua atividade e dos quais o profissional de auditoria governamental se vale para evidenciar suas constatações, conclusões e recomendações.

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MatériaAdministração Geral e Pública
BancaFGV

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Acerca do sistema de controle interno a Administração Pública, elabore um texto, no qual responda ao que se pede a seguir:

1 – A diferença entre controles parlamentar, judicial e administrativo.

2- As finalidades do sistema de controle interno, previstas na Constituição Federal de 1988, que os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário devem manter de forma integrada.

3- Discorra sobre o modelo de três linhas de defesa, destacando a função de cada uma delas no âmbito da sistema de controle interno.

Baseado nos fatos narrados, elabore um texto discursivo sobre gestão de riscos, atendendo as perguntas abaixo:

  1. Conceitue gestão de riscos, destacando seus principais elementos (identificação, análise, tratamento e monitoramento).
  2. Explique a importância da gestão de riscos na Administração Pública, relacionando-a aos princípios constitucionais e à governança.
  3. Explique o funcionamento do modelo referencial das três linhas de defesa, esclarecendo os papéis e as responsabilidades dos tomadores de riscos e dos principais atores nesse modelo.

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