TEXTO I
Segurança Pública

Esse tema compreende um dos problemas mais desafiantes no Brasil, cuja taxa de criminalidade aumenta a cada ano.
Por um lado, os crimes são cada vez mais organizados, enquanto por outro lado, a falta de capacitação e estratégias preventivas continuam a não ter a atenção necessária.
A violência urbana é caracterizada pela desobediência à lei, vandalismo aos bens públicos e atentado à vida no âmbito das cidades. Esse tipo de violência origina-se na infraestrutura precária, exclusão socioeconômica, desemprego ou oferta de emprego de baixa qualidade.
Por Juliana Bezerra – Professora de História
TEXTO II
Quase 200 casos de violência contra crianças e adolescentes são notificados todos os dias no Brasil
24/10/2024 G1

Todos os dias, uma média de 196 casos de violência física contra crianças e adolescentes de zero a 19 anos de idade foi notificada nas unidades de saúde do Brasil ao longo de 2023. Além disso, cerca de 80% das agressões contra crianças até 14 anos acontecem dentro de suas próprias casas. O alerta é da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), que nesta semana discutirá este e outros cenários da infância e adolescência no maior evento científico da especialidade, em Florianópolis (SC).
Apesar do número expressivo de registros, especialistas acreditam que esses dados representam apenas a ponta do iceberg. “A subnotificação é um grande desafio, impedindo uma compreensão mais precisa da real dimensão do problema, e, especialmente, a interrupção da violência e o tratamento de seus danos, físicos e psíquicos. Como na maioria dos casos, a violência é intrafamiliar ou doméstica, permanecem reféns indefesos de seus violadores. Os agressores, homens e mulheres, vão evitar ao máximo levar a criança ou adolescente para atendimento médico, mas, quando o fazem pela gravidade das lesões, criam estórias de “acidentes” para encobrir suas violências.
TEXTO III
A cada 24 horas, ao menos oito mulheres são vítimas de violência
Dados contabilizam casos de 2023 em oito estados brasileiros
Ana Cristina Campos – Repórter da Agência Brasil. Publicado em 07/03/2024 – 05:01. Rio de Janeiro
No ano de 2023, ao menos oito mulheres foram vítimas de violência doméstica a cada 24 horas. Os dados referem-se a oito dos nove estados monitorados pela Rede de Observatórios da Segurança (BA, CE, MA, PA, PE, PI, RJ, SP).
A informação consta do novo boletim Elas Vivem: Liberdade de Ser e Viver, divulgado nesta quinta-feira (7). Ao todo, foram registradas 3.181 mulheres vítimas de violência, representando um aumento de 22,04% em relação a 2022, quando Pará e Amazonas ainda não faziam parte deste monitoramento.
Ameaças, agressões, torturas, ofensas, assédio, feminicídio. São inúmeras as violências sofridas que não começam ou se esgotam nas mortes registradas. Os dados monitorados apontaram 586 vítimas de feminicídios. Isso significa dizer que, a cada 15 horas, uma mulher morreu em razão do gênero, majoritariamente pelas mãos de parceiros ou ex-parceiros (72,7%), que usaram armas brancas (em 38,12% dos casos), ou por armas de fogo (23,75%).
“A mobilização contra o feminicídio e outras formas de violência salva vidas. Nós já perdemos mulheres demais, e ainda perderemos. É a denúncia incansável que preservará a vida de tantas outras”, disse a jornalista Isabela Reis, que assina o principal texto desta edição do relatório.
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A violência urbana é caracterizada pela desobediência à lei, vandalismo aos bens públicos e atentado à vida no âmbito das cidades. Esse tipo de violência origina-se na infraestrutura precária, exclusão socioeconômica, desemprego ou oferta de emprego de baixa qualidade.
Por Juliana Bezerra – Professora de História
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