O Tribunal Regional Federal da Nª Região (TRFN) está modernizando o seu sistema de peticionamento eletrônico, o e-TRFN, adotando medidas robustas de segurança da informação.
Entre os recursos implementados contam:
1. A autenticação por certificado digital ICP-Brasil, armazenado em token criptográfico.
2. O uso de criptografia assimétrica (RSA ou ECC) para validar a identidade dos usuários.
3. Após o login, é estabelecida uma sessão criptografada com AES-256, por meio de protocolo TLS 1.3.
4. Para garantir a integridade de documentos enviados, o sistema aplica um algoritmo hash da família SHA-2.
5. Toda a infraestrutura é baseada em PKI (Infraestrutura de Chaves Públicas), permitindo verificação de revogação e confiança em autoridades certificadoras.
Durante a homologação do novo sistema, foram realizadas análises de segurança que apontaram a importância de manter compatibilidade mínima com TLS 1.2 e de não permitir o uso de algoritmos obsoletos, como o 3DES.
Considerando as informações apresentadas, discorra sobre segurança da informação abordando, necessariamente, resposta para os seguintes questionamentos:
• Por que a criptografia assimétrica é adequada para autenticação de usuários em sistemas como o e-TRF3. Qual o papel dos certificados digitais nesse processo?
• Por que é preferível usar criptografia simétrica (como o AES) durante a sessão, em vez de criptografia assimétrica?
• Como funciona o mecanismo utilizado pelo SHA-256 para verificar a integridade dos documentos enviados ao TRFN?
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