Basílio é policial militar do Estado do Piauí, tendo ingressado em 01/01/1995. Percebe como remuneração básica o salário de R$ 4.000,00, acrescido de ajuda de custo de R$ 700,00 e R$ 1.200,00 de verba compensatória pelo exercício de função de confiança, tendo em vista que há 3 anos tem exercido chefia do departamento pessoal da corporação, verba esta não incorporada ao salário. Basílio já implementou as condições para transferência para inatividade a pedido, e requereu um parecer acerca de cálculo de proventos de inatividade. Você, como Analista Previdenciário, terá que elaborar um relatório acerca do caso. Basílio, por não ser casado, não ter filhos, esposa e nem herdeiros, solicita permissão, no caso de sua morte, que a pensão por morte seja paga a seu melhor amigo, Anacleto, o qual não possui condições financeiras de garantir sua própria subsistência. Na hipótese descrita, responda fundamentadamente, conforme legislação estadual aplicável:
- Qual o valor atual da contribuição previdenciária de Basílio e qual o montante que o Estado do Piauí deve depositar mensalmente a esse título?
- Tendo implementado as condições para transferência a pedido para inatividade, Basílio tem alguma vantagem em permanecer em atividade? Se sim, como se operacionaliza tal vantagem?
- Optando pela transferência para inatividade haverá alguma incidência de contribuição previdenciária nos proventos de Basílio, tendo em vista que o mesmo ingressou há mais de 25 anos no serviço público?
- Com relação à possibilidade de com a morte de Basílio sua pensão ser paga para Anacleto, como seria o parecer?
CONTEÚDO EXCLUSIVO
Confira nossos planos especiais de assinatura e desbloqueie agora!
CONTEÚDO EXCLUSIVO
Confira nossos planos especiais de assinatura e desbloqueie agora!
Ops! Esta questão ainda não tem resolução em vídeo.
Questões Relacionadas
Basílio é policial militar do Estado do Piauí, tendo ingressado em 01/01/1995. Percebe como remuneração básica o salário de R$ 4.000,00, acrescido de ajuda de custo de R$ 700,00 e R$ 1.200,00 de verba compensatória pelo exercício de função de confiança, tendo em vista que há 3 anos tem exercido chefia do departamento pessoal da corporação, verba esta não incorporada ao salário. Basílio já implementou as condições para transferência para inatividade a pedido, e requereu um parecer acerca de cálculo de proventos de inatividade. Você, como Analista Previdenciário, terá que elaborar um relatório acerca do caso. Basílio, por não ser casado, não ter filhos, esposa e nem herdeiros, solicita permiss…
O servidor público J foi nomeado para cargo público estadual de provimento efetivo em 30/04/1973, contando, naquela época, dezenove anos de idade. Tomou posse e entrou em exercício trinta dias depois. Durante o ano de 2005 praticou diversos ilícitos no exercício de suas funções, configurando procedimento irregular de natureza grave, além da comprovação de peculato culposo, vindo a ser demitido a bem do serviço público no ano de 2007. No processo penal, todavia, fui julgada extinta a punibilidade, tendo em vista a reparação do dano antes da sentença, a qual transitou em julgado. Diante da solução dada no processo penal, J , requereu administrativamente a anulação da pena que lhe foi imposta, …
João Guimarães, empregado público federal aposentado desde 23 de agosto de 2019, faleceu aos 28 de março de 2025, deixando: a companheira, Tânia, de 62 anos; os filhos universitários, Matheus e Flávia, de 27 e 20 anos, respectivamente; a mãe, Gertrudes, e o irmão inválido, Roberto, que dele dependiam economicamente; e a ex-cônjuge, Dalva, de 70 anos, a quem pagava pensão alimentícia equivalente a meio salário-mínimo.
Considerando que, na data do óbito, João percebia proventos de aposentadoria equivalentes a R$ 6.000,00, e que todas as pessoas mencionadas requereram habilitação à pensão por ele legada, responda justificadamente:
a. Quem fará jus à pensão por morte instituída pelo falecido?
b. …



