No atendimento educacional especializado, o professor deve identificar as dificuldades de acesso do aluno com deficiência às aprendizagens no contexto educacional comum. Para tanto, é necessário que ele tenha noções básicas acerca da deficiência, para saber quais necessidades educacionais especiais existem e identificar as potencialidades do aluno. No texto produzido por Gina Mitsunaga Kijima para a série “Saberes e práticas da inclusão: desenvolvendo competências para o atendimento às necessidades educacionais de alunos com deficiência física/neuro-motora” (2006), as deficiências são apresentadas em três categorias: deficiências musculares e/ou neuromusculares; deformações ósseas; e limitação do vigor, da vitalidade e/ou da agilidade. Diferencie cada uma delas.
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De acordo com Mazzota, em sua obra Educação Especial no Brasil (1996), o atendimento educacional gerenciado pelo CENESP (Centro Nacional de Educação Especial) seguia uma linha preventiva e corretiva. Discorra acerca desse modelo de atendimento educacional da pessoa com deficiência adotado no Brasil na década de 1970.
De acordo com ITANI, o preconceito não existe de forma individualizada, mas está apoiada em um conjunto referencial de representações que compõe o imaginário social. (ITANI, Alice. Vivendo o preconceito em sala de aula. In: AQUINO, Júlio G. (org.) Diferenças e preconceitos na escola: alternativas teóricas e práticas. São Paulo: Summus Editorial, 1998). À luz dessa reflexão, explique como as barreiras atitudinais podem ser superadas numa perspectiva de educação inclusiva.
Dentro da concepção de educação inclusiva, a Educação Especial se afirma como uma modalidade transversal. Explique a transversalidade da Educação Especial.



