Leia, com atenção, o texto a seguir:
“No mesmo dia [2022], um relatório dos efeitos perversos do garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami havia sido publicado pela Hutukara Associação Yanomami e pela Associação Wanasseduume Ye’kwana, com assessoria técnica do Instituto Socioambiental, Violência sexual, estupro de menores, aliciamento de jovens indígenas, assassinatos, além de graves problemas de saúde como a desnutrição infantil, a malária e a contaminação por mercúrio, se tornaram corriqueiros nos territórios invadidos pelo garimpo – tudo muito distante da “autonomia da vontade”, aludida no diálogo. Segundo o mesmo estudo, em 2021, a destruição derivada do garimpo cresceu 46% na TI. (…) De acordo com relatório do Instituto Socioambiental (ISA), durante este governo, o desmatamento dentro das Tis cresceu 138%.”
Fonte: INESC, 2022. Disponível em: <hitps://www. Inesc.org.br/wp-content/uploads/2022/07/Fundacao-anti-indigena_inesc_INA.pdf>).
Com base na construção histórica da questão fundiária indígena e em relação à problemática quanto ao acesso e uso da terra nas políticas indigenistas na atualidade, construa um texto argumentativo, sobre a Questão Social identificada nos conflitos que atingem os povos indígenas e a concreta necessidade de demarcação como condição fundamental para a continuidade da vida indígena na realidade brasileira.
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“A falta de acesso regular a uma alimentação adequada por grande parte da população brasileira tem sido um dos principais desafios enfrentados pela sociedade ao longo dos últimos anos. O país havia saído do Mapa da Fome da Organização das Nações Unidas (ONU) em 2014, por meio de estratégias de segurança alimentar e nutricional aplicadas desde meados da década de 1990. Mas voltou a figurar no cenário a partir de 2015, obtendo um especial agravamento ao longo da pandemia de Covid-19 que afetou o mundo todo por dois anos a partir de 2020″, (Fonte: Agência Senado. Retorno do Brasil ao Mapa da Fome da ONU preo…



