Projeto BH não para
A mobilidade é um meio de que dispõe o indivíduo para acessar trabalho, lazer, consumo e estudo, e impacta diretamente na inclusão social, na qualidade de vida e no desenvolvimento socioeconômico de uma região. Desde 2014, a segurança viária é direito fundamental garantido pela Emenda Constitucional nº 82 e assegurada pela Lei nº 12.587/2012, a chamada Lei da Mobilidade Urbana, que trata do direito à acessibilidade universal, por meio de serviços eficientes, eficazes e efetivos, a fim de proporcionar condições para democratização do uso dos meios de transporte.
Belo Horizonte é uma das dez capitais com o pior trânsito do Brasil, com mais lentidão nos horários de pico, maior relação veículo/habitante entre as capitais. Supera, inclusive, São Paulo segundo pesquisas da Confederação Nacional do Transporte (CNT). Mesmo com a instalação do BRT, sistema que delimita faixas exclusivas para ônibus, a maioria do transporte coletivo permanece circulando junto a carros em áreas problemáticas, como a região central.
| Índice | Cidade | Tempo por 10 km percorridos em 2023 (média) | Diferença para 2022 | Tempo gasto no trânsito em 2023 |
| 1. | São Paulo | 23 min | + 50s | 105 horas |
| 2. | Recife | 22m40s | – 10s | 116 horas |
| 3. | Curitiba | 22m20s | + 20s | 94 horas |
| 4. | Belo Horizonte | 22m10s | + 10s | 109 horas |
| 5. | Fortaleza | 21m10s | – 20s | 92 horas |
| 6. | Porto Alegre | 20m40s | + 20s | 100 horas |
| 7. | Rio de Janeiro | 18m50s | + 20s | 81 horas |
| 8. | Salvador | 17 min | – 20s | 67 horas |
| 9. | Brasília | 13m10s | + 20s | 40 horas |
O Projeto “BH Não Para!” visa a intervir sobre tal problema público por meio da redução do número de viagens do transporte individual, da maior efetividade do transporte coletivo e redução dos congestionamentos, propiciando acesso mais democrático no âmbito da cidade.
https://fjp.mg.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/01.06_AvaliacaoDePoliticasPublicas_GuiaMarcoLogico_FJP.pdf
Redija texto dissertativo sobre a formulação de políticas públicas no transporte público abordando, necessariamente, os seguintes aspectos
- o conceito de Árvore de Objetivos e o benefício desse modelo na formulação de políticas públicas;
- o conceito de Árvore de Problemas, indicando como são representados os problemas e apresentando um benefício desse modelo na formulação de políticas públicas; e
- o conceito de Matriz de Marco Lógico e como poderia ser aplicado para o projeto “BH não vai parar!”.
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