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Q247752 | Contabilidade Geral
Banca: CesgranrioVer cursos
Ano: 2023
Órgao: CFC - Conselho Federal de Contabilidade
Cargo: Perito Contábil

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A despeito do período decorrido do processo de convergência às normas internacionais de contabilidade, a definição do valor justo de um ativo ou conjunto de ativos ainda segue sendo um desafio para as empresas em decorrência da subjetividade e da crescente complexidade das transações. A NBC TG 46 (R2)/2017 conceitua o valor justo como o preço que seria recebido pela venda de um ativo ou que seria pago pela transferência de um passivo em uma transação não forçada entre participantes do mercado. Para operacionalizar a aplicação prática deste conceito, essa norma dispõe de abordagens e orientações para tornar o processo de mensuração mais compreensível, consistente e comparável.

No contexto das disposições apresentadas na NBC TG 46 (R2)/2017, para mensuração do valor justo, elabore um texto, abordando como tal norma auxilia na operacionalização dessa mensuração, explicando:
• as três abordagens de avaliação e um exemplo de técnica (ou método) para cada;
• quando é apropriado a uma entidade alterar uma técnica (ou abordagem) de avaliação do valor justo e como essa alteração deve ser tratada contabilmente;
• os três níveis de informações que compõem a hierarquia de valor justo, com um exemplo de tipo de informação para cada nível.


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1) Apenas um exemplo. O conteúdo real é bem diferente. O tipo de auditoria mais apropriado para o caso é a auditoria de regularidade ou de conformidade. No que tange ao objeto auditado, pode-se extrair dois tipos principais de auditoria: a auditoria de regularidade (ou conformidade) e a auditoria operacional (ou de desempenho). Segundo a Organização Internacional de Entidades Fiscalizadoras Superiores – INTOSAI, a Auditoria de regularidade (regularity audit) compreende Auditoria financeira, Auditoria de controles internos e Auditoria da legalidade de atos administrativos. Já a auditoria operacional, por sua vez, tem um foco mais voltado para a gestão. Segundo o Manual de Auditoria Operacional do TC, a auditoria operacional é o processo de coleta e análise sistemáticas de informações sobre características, processos e resultados de um programa, atividade ou organização, com base em critérios fundamentados, com o objetivo de aferir o desempenho da gestão governamental. Tópico 2: Três procedimentos de auditoria que deverão ser adotados. Justifique-os. Há uma série de procedimentos de que podem ser adotados no processo de fiscalização e auditoria, que podem ser citadas na resposta. 1) Avaliação do Sistema de Controle Interno: avaliação dos controles que auxiliam a entidade a cumprir as leis, as normas e os regulamentos; 2) Circularização (Confirmação Externa): confirmação, junto a terceiros, de fatos alegados pela entidade; 3) Exame e comparação de livros e registos: o confronto, o contejamento e a comparação de registros e documentos, para a comprovação da validade e autenticidade do universo, população ou amostra examinada; 4) Exame e comprovação documental: consistem em apurar, demonstrar, corroborar e concorrer para provar, acima de qualquer dúvida cabível, a validade e autenticidade de uma situação, documento ou atributo ou responsabilidade do universo auditado, através de provas obtidas em documentos integrantes dos processos administrativo, orçamentário, financeiro, contábil, operacional, patrimonial, ou gerencial do ente público no curso normal da sua atividade e dos quais o profissional de auditoria governamental se vale para evidenciar suas constatações, conclusões e recomendações.

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O tipo de auditoria mais apropriado para o caso é a auditoria de regularidade ou de conformidade. No que tange ao objeto auditado, pode-se extrair dois tipos principais de auditoria: a auditoria de regularidade (ou conformidade) e a auditoria operacional (ou de desempenho). Segundo a Organização Internacional de Entidades Fiscalizadoras Superiores – INTOSAI, a Auditoria de regularidade (regularity audit) compreende Auditoria financeira, Auditoria de controles internos e Auditoria da legalidade de atos administrativos. Já a auditoria operacional, por sua vez, tem um foco mais voltado para a gestão. Segundo o Manual de Auditoria Operacional do TC, a auditoria operacional é o processo de coleta e análise sistemáticas de informações sobre características, processos e resultados de um programa, atividade ou organização, com base em critérios fundamentados, com o objetivo de aferir o desempenho da gestão governamental. Há uma série de procedimentos de que podem ser adotados no processo de fiscalização e auditoria, que podem ser citadas na resposta. Avaliação do Sistema de Controle Interno: avaliação dos controles que auxiliam a entidade a cumprir as leis, as normas e os regulamentos; Circularização (Confirmação Externa): confirmação, junto a terceiros, de fatos alegados pela entidade; Exame e comparação de livros e registos: o confronto, o contejamento e a comparação de registros e documentos, para a comprovação da validade e autenticidade do universo, população ou amostra examinada; Exame e comprovação documental: consistem em apurar, demonstrar, corroborar e concorrer para provar, acima de qualquer dúvida cabível, a validade e autenticidade de uma situação, documento ou atributo ou responsabilidade do universo auditado, através de provas obtidas em documentos integrantes dos processos administrativo, orçamentário, financeiro, contábil, operacional, patrimonial, ou gerencial do ente público no curso normal da sua atividade e dos quais o profissional de auditoria governamental se vale para evidenciar suas constatações, conclusões e recomendações. Processos administrativo, orçamentário, financeiro, contábil, operacional, patrimonial, ou gerencial do ente público no curso normal da sua atividade e dos quais o profissional de auditoria governamental se vale para evidenciar suas constatações, conclusões e recomendações.

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MatériaContabilidade Geral
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Omar
Omar
Inscrito
1 ano atrás

O valor justo é uma mensuração baseada em mercado e não uma mensuração específica da entidade. O valor justo é mensurado utilizando-se as premissas que os participantes do mercado utilizariam ao precificar o ativo ou o passivo, incluindo premissas sobre risco. O pronunciamento especifica níveis de hierarquia para se determinar o valor justo. Tal hierarquia está baseada i) nível 1: os preços de ativos e passivos são idênticos; ii) nível 2 os preços de ativos e passivos são similares; iii) nível 3 são dados não observáveis para ativos e passivos. O pronunciamento não define o que seja Ativo Idêntico ou Ativo Similar. Mas, ativos idênticos são as “Mercadorias Fungíveis” ou “Commodities”: café, açúcar, soja, suco de laranja. E as mercadorias similares são, por exemplo, automóveis. A norma define o mercado ativo, local onde as transações ocorrem com maior volume e frequência para fornecer informação de precificação de ativos e passivos. O mercado não ativo não há dados de volume ou frequência das transações ocorridas. O mercado principal é aquele com o maior volume e nível de atividade para o ativo ou passivo. O mercado mais vantajoso é o que maximiza o valor que seria recebido para vender o ativo ou que minimiza o valor que seria pago para transferir o passivo, após levar em consideração os custos de transação e os custos de transporte. A abordagem de mercado utiliza preços e outras informações relevantes geradas por transações de mercado envolvendo ativos, passivos ou grupo de ativos e passivos – como, por exemplo, um negócio – idêntico ou comparável, ou seja, similar. Abordagem de custo. A abordagem de custo reflete o valor que seria necessário atualmente para substituir a capacidade de serviço de ativo. A abordagem de receita converte valores futuros por exemplo, fluxos de caixa ou receitas e despesas em valor único.para mensurações do valor justo recorrentes que utilizem dados não observáveis significativos (Nível 3), o efeito das mensurações sobre o resultado do período ou outros resultados abrangentes para o período.

Última edição em 1 ano atrás por Omar