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Q134542 | Direito Administrativo
Banca: ConsulplanVer cursos
Ano: 2021
Órgao: Prefeitura de Formiga/MG
Cargo: Advogado
Padrão de resposta Peça Técnica/Prática30 linhas

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Analise o caso hipotético seguinte. O Prefeito do Município de Formiga/MG expediu consulta ao Advogado Social atuante junto ao poder local, com o seguinte questionamento: considerando a denúncia anônima recebida de um cidadão local quanto ao atendimento com abuso de poder perpetrado por um Agente Social do CREAS, esclareça às seguintes dúvidas: diferenciar as hipótese de abuso de poder, explicar a diferença entre impedimento e suspeição no procedimento para apuração de responsabilidade e delimitar a responsabilidade do agente.

Na condição de Advogado Social do CREAS municipal, redija um parecer devidamente estruturado, em texto coeso, claro e conciso, juridicamente fundamentado, que esclareça aos seguintes questionamentos:

A) Explique e diferencie as três espécies de abuso de poder: desvio de poder, excesso de poder e omissão.

B) Cite, defina e explique, com base na Lei nº 9.784/99, a diferença entre impedimento e suspeição no processo de apuração de responsabilidades do agente indiciado.

C) Diferencie a responsabilidade administrativa, civil, penal e civil-administrativa do agente público e dê um exemplo de cada.


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1) Apenas um exemplo. O conteúdo real é bem diferente. O tipo de auditoria mais apropriado para o caso é a auditoria de regularidade ou de conformidade. No que tange ao objeto auditado, pode-se extrair dois tipos principais de auditoria: a auditoria de regularidade (ou conformidade) e a auditoria operacional (ou de desempenho). Segundo a Organização Internacional de Entidades Fiscalizadoras Superiores – INTOSAI, a Auditoria de regularidade (regularity audit) compreende Auditoria financeira, Auditoria de controles internos e Auditoria da legalidade de atos administrativos. Já a auditoria operacional, por sua vez, tem um foco mais voltado para a gestão. Segundo o Manual de Auditoria Operacional do TC, a auditoria operacional é o processo de coleta e análise sistemáticas de informações sobre características, processos e resultados de um programa, atividade ou organização, com base em critérios fundamentados, com o objetivo de aferir o desempenho da gestão governamental. Tópico 2: Três procedimentos de auditoria que deverão ser adotados. Justifique-os. Há uma série de procedimentos de que podem ser adotados no processo de fiscalização e auditoria, que podem ser citadas na resposta. 1) Avaliação do Sistema de Controle Interno: avaliação dos controles que auxiliam a entidade a cumprir as leis, as normas e os regulamentos; 2) Circularização (Confirmação Externa): confirmação, junto a terceiros, de fatos alegados pela entidade; 3) Exame e comparação de livros e registos: o confronto, o contejamento e a comparação de registros e documentos, para a comprovação da validade e autenticidade do universo, população ou amostra examinada; 4) Exame e comprovação documental: consistem em apurar, demonstrar, corroborar e concorrer para provar, acima de qualquer dúvida cabível, a validade e autenticidade de uma situação, documento ou atributo ou responsabilidade do universo auditado, através de provas obtidas em documentos integrantes dos processos administrativo, orçamentário, financeiro, contábil, operacional, patrimonial, ou gerencial do ente público no curso normal da sua atividade e dos quais o profissional de auditoria governamental se vale para evidenciar suas constatações, conclusões e recomendações.

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soldadorafa18
soldadorafa18
Inscrito
9 meses atrás

O abuso de poder é uma das formas mais graves de desvio da função pública, configurando-se quando o agente público atua de maneira arbitrária ou ilegítima. Ele pode se manifestar de três formas principais: desvio de poder, excesso de poder e omissão.
O desvio de poder ocorre quando o agente pratica um ato com finalidades diversas daquelas previstas em lei, como uma remoção injustificada de servidor por questões políticas. O excesso de poder caracteriza-se pela extrapolação da competência legal, como um fiscal que interdita um estabelecimento sem seguir o devido processo. Já a omissão configura-se quando o agente deixa de agir, mesmo quando deveria, causando prejuízo ao interesse público.
No processo de apuração de responsabilidade, a imparcialidade deve ser garantida por meio das figuras do impedimento e da suspeição. O impedimento refere-se a situações objetivas que tornam o agente incapaz de atuar, como a existência de vínculo direto com as partes envolvidas, conforme previsto na Lei nº 9.784/1999. Já a suspeição decorre de fatores subjetivos, como a inimizade ou amizade notória entre o agente e o investigado, sendo passível de questionamento, mas não de reconhecimento automático.
A responsabilização do agente público pode ocorrer em quatro esferas distintas. Na administrativa, o servidor responde por infrações disciplinares, podendo ser advertido ou demitido. Na esfera civil, ele poderá ser responsabilizado por danos causados ​​a terceiros, sendo a administração passível de ação regressiva. Na penal, responde por crimes como corrupção e peculato. Já na civil-administrativa, pode ser punido por atos de improbidade, sujeito a avaliações como perda da função pública e ressarcimento ao erário.
Diante disso, a apuração dos fatos deve ser conduzida com rigor técnico e observância ao devido processo legal, garantindo a responsabilização adequada e o respeito aos princípios da legalidade, moralidade e impessoalidade na administração pública.