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Ano
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Q102038 | Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Instituto AOCPVer cursos
Ano: 2018
Órgao: SUSIPE - Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado do Pará
Cargo: Assistente Administrativo

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O QUE ACONTECE COM NOSSOS DADOS NA INTERNET?
As informações pessoais se tornaram mais um produto comprado e vendido
Todos nós ouvimos dizer alguma vez que quando um produto é aparentemente gratuito é provável que na verdade estejamos pagando por ele com dados. Isso acontece com as redes sociais, os cartões de fidelidade de lojas e supermercados ou com infinitos aplicativos que oferecem serviços mais ou menos relevantes em troca, somente, dos nossos dados pessoais.
Mas além de intuir que nós somos o produto, na realidade não sabemos o que é feito exatamente com nossa informação, ou no que consiste e como funciona esse pagamento com dados. Na verdade, não é uma questão simples e cada aplicativo tem seus próprios procedimentos e lógicas. No caso da navegação na internet, por exemplo, as empresas e prestadores de serviços nos oferecem de forma gratuita seus motores de busca, páginas web e serviços associados para ler o jornal, consultar a previsão do tempo ou estar em contato com outras pessoas através de redes sociais e fóruns. No entanto, cada vez que entramos em uma web é baixada automaticamente uma série de microprogramas conhecidos como cookies que conseguem informações sobre nossa atividade online e enviam ao proprietário da página visitada informações sobre nosso IP, MAC ou IMEI (o número de registro do nosso dispositivo), o tempo e a forma que usamos num determinado site ou outros sites que estejam abertos ao mesmo tempo, identifica se somos visitantes regulares e que uso fazemos da página Assistente Administrativo web, em que sequência, como acessamos outros sites e assim por diante. Além disso, é comum que diferentes empresas paguem ao site que visitamos para poder instalar seus próprios cookies, como também é habitual que a empresa use os dados não somente para seus estudos internos, mas que também os venda a terceiros.
Na verdade, cada vez que visitamos uma página com o computador, o celular ou o tablet, recebemos dezenas de pedidos de instalação de cookies. Somos, portanto, o produto, porque em troca da informação que obtemos fornecemos detalhes sobre nossa atividade online e, frequentemente, dados pessoais como nome e localização, hábitos, cartão de crédito, etc., sobre os quais não temos nenhuma maneira de controlar para onde eles vão. Diante disso, o único recurso de autoproteção é não aceitar cookies e renunciar ao serviço, ou exclui-los sistematicamente do nosso computador, algo tão enfadonho como escassamente útil.
Fonte: Adaptado de: <https://brasil.elpais.com/brasil/2015/06/12/tecnologia/1434103095_932305.html>. Acesso em: 27 jan. 2017.
DADOS DOS CONSUMIDORES: MODELOS DE TRANSPARÊNCIA E CONFIANÇA
Com a explosão de tecnologias digitais, as empresas estão captando enormes quantida-des de dados sobre as atividades dos consumidores, tanto online quanto offline. Esta tendência é alimentada pelos novos produtos inteligentes – Desde monitores de fitness a sistemas de automação residencial
– Que colhem e transmitem informações detalhadas.
Embora algumas empresas sejam abertas quanto às suas práticas em relação a dados, a maioria prefere manter os consumidores no escuro, optar pelo controle, em vez de com-partilhamento, e pedir desculpas, em vez de permissão. Também não é incomum que empresas coletem discretamente dados pessoais que não têm finalidade imediata, imaginando que possam ser valiosos algum dia.
[…]
Num futuro em que os dados do consumidor constituirão uma fonte crescente de vanta-gem competitiva, ganhar a confiança dos consumidores será essencial. As empresas que forem transparentes sobre as informações que coletam, que derem aos consumidores controle de seus dados pessoais e oferecerem um valor justo em troca serão confiáveis e ganharão acesso contínuo e mesmo ampliado. Aquelas que esconderem como utilizam os dados pessoais e deixarem de atribuir um valor a eles correrão o risco de perder a boa vontade dos clientes — e seu negócio.
Fonte: Adaptado de: <http://hbrbr.uol.com.br/dados-dos-consumidores-modelos-de-transparencia-e-confianca/>. Acesso em: 27 jan. 2018.
A partir da leitura dos textos de apoio (motivadores) e com base em seus conhecimentos, redija um texto dissertativo, em atendimento à norma padrão da Língua Portuguesa, sobre o tema “Coleta de dados e privacidade na internet”. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.
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O tipo de auditoria mais apropriado para o caso é a auditoria de regularidade ou de conformidade. No que tange ao objeto auditado, pode-se extrair dois tipos principais de auditoria: a auditoria de regularidade (ou conformidade) e a auditoria operacional (ou de desempenho). Segundo a Organização Internacional de Entidades Fiscalizadoras Superiores – INTOSAI, a Auditoria de regularidade (regularity audit) compreende Auditoria financeira, Auditoria de controles internos e Auditoria da legalidade de atos administrativos. Já a auditoria operacional, por sua vez, tem um foco mais voltado para a gestão. Segundo o Manual de Auditoria Operacional do TC, a auditoria operacional é o processo de coleta e análise sistemáticas de informações sobre características, processos e resultados de um programa, atividade ou organização, com base em critérios fundamentados, com o objetivo de aferir o desempenho da gestão governamental. Há uma série de procedimentos de que podem ser adotados no processo de fiscalização e auditoria, que podem ser citadas na resposta. Avaliação do Sistema de Controle Interno: avaliação dos controles que auxiliam a entidade a cumprir as leis, as normas e os regulamentos; Circularização (Confirmação Externa): confirmação, junto a terceiros, de fatos alegados pela entidade; Exame e comparação de livros e registos: o confronto, o contejamento e a comparação de registros e documentos, para a comprovação da validade e autenticidade do universo, população ou amostra examinada; Exame e comprovação documental: consistem em apurar, demonstrar, corroborar e concorrer para provar, acima de qualquer dúvida cabível, a validade e autenticidade de uma situação, documento ou atributo ou responsabilidade do universo auditado, através de provas obtidas em documentos integrantes dos processos administrativo, orçamentário, financeiro, contábil, operacional, patrimonial, ou gerencial do ente público no curso normal da sua atividade e dos quais o profissional de auditoria governamental se vale para evidenciar suas constatações, conclusões e recomendações. Processos administrativo, orçamentário, financeiro, contábil, operacional, patrimonial, ou gerencial do ente público no curso normal da sua atividade e dos quais o profissional de auditoria governamental se vale para evidenciar suas constatações, conclusões e recomendações.

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