Paciente do sexo masculino, 45 anos, internado em investigação de massa mediastinal. Apresentava sudorese, dispneia e disfagia, desconforto articular ao realizar esforços além dos habituais e edema de membros inferiores. Os exames tomográficos mostraram espessamento parietal excêntrico do terço médio do esôfago, com efeito de massa e ectasia a montante, sem aumento expressivo da atividade metabólica. Além disso, mostrou linfonodos cervicais e axilares aumentados, hilos pulmonares, espaço portocava e ilíacos inespecíficos. Na ecoendoscopia, observou-se que o tumor tinha relação com arco aórtico, átrio esquerdo, parede esofágica e brônquios fonte. Punções ecoguiadas transesofágicas foram realizadas. Estudos anatomopatológico e imuno-histoquímico mostraram células fusiformes com atividade mitótica aumentada e necrose. Foi encaminhado para ressecção cirúrgica completa do tumor. Após sair do centro cirúrgico foi encaminhado para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para acompanhamento pós-operatório e recuperação anestésica. Ao recuperar as suas atividades vitais espontâneas, o paciente reclamou fortemente de dor no joelho direito (D) devido a uma manipulação passiva do serviço de fisioterapia hospitalar. Foi solicitada uma radiografia desse joelho, o que demonstrou uma massa irregular na região epifisária de fêmur distal e tíbia proximal. Após identificar essa alteração na imagem radiográfica, o paciente retornou ao centro cirúrgico para uma investigação mais detalhada e para um possível diagnóstico. No procedimento diagnóstico, os médicos acharam melhor realizar uma ressecção total da massa tumoral e substituir as estruturas lesionadas por uma prótese articular sintética. De acordo com os protocolos de recuperação pós-operatória, tanto toracoabdominal quanto ortopédica, descreva quais são os objetivos da fisioterapia nas fases aguda e crônica desse paciente.