- clareza sobre os impactos ambientais e benefícios sociais de projetos de desenvolvimento, considerando o caráter insidioso dos riscos ambientais;
- linguagem usada nos relatórios de impactos ambientais (RIMAs);
- distinção entre estudo de impactos ambientais (EIA) e RIMA;
- imposição externa dos critérios de avaliação de risco, sem participação da comunidade; impotência individual ou coletiva quando as avaliações são de responsabilidade de terceiros;
- distribuição desigual e a ética dos riscos;
- credibilidade das instituições envolvidas;
- desconhecimento sobre a duração ou extensão temporal dos impactos;
- associação com desastres anteriores de larga escala.
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