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Órgão
Ano
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Q91563 | Serviço Social
Banca: Instituto AOCPVer cursos
Ano: 2018
Órgao: Pref SL - Prefeitura Municipal de São Luís

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Considere o caso a a seguir:
A Sra. Maria das Dores compareceu pela primeira vez para atendimento técnico com o Serviço Social do Centro de Referência de Assistência Social – CRAS – do seu município.
A usuária relatou, à assistente social, que está gestante de 08 meses e mora com seu companheiro, José, e seus 03 filhos: Carla (11 anos), Maiara (07 anos) e Pedro (02 anos – com deficiência visual/ cegueira.), na Zona Rural.
Maria diz que José é autônomo e o máximo que recebe durante o mês é R$800,00 (oitocentos reais). Ela, por sua vez, conta que sempre foi do lar. Relata que a família recebe ajuda de um vizinho viúvo, o Sr. Antônio. Às vezes, ele contribui com algum dinheiro (no máximo R$ 100,00) ou entrega cesta básica. Em troca, o Sr. Antônio pede que Carla lhe faça visitas para ensiná-lo os conteúdos que aprendeu na escola.
Maria afirma que como Carla está ficando “mocinha” está muito “malcriada” e está se negando a ir visitar Antônio, chorando muito. Relata que nos últimos meses a recusa tem sido muito maior e que reparou que a garota tem tomado vários banhos por dia.
Em razão do exposto, a Sra. Maria pergunta à assistente social o que o CRAS poderá fazer por sua família.
Com base nas informações apresentadas e à luz dos conteúdos indicados no Edital de Abertura, especialmente sobre o Sistema Único de Assistência Social e crianças e adolescentes em situação de risco, identifique e discorra sobre 02 (duas) situações de vulnerabilidades e/ou risco social, considerando o caso, e, para cada uma delas, as possibilidades de intervenção da assistente social.
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1) Apenas um exemplo. O conteúdo real é bem diferente. O tipo de auditoria mais apropriado para o caso é a auditoria de regularidade ou de conformidade. No que tange ao objeto auditado, pode-se extrair dois tipos principais de auditoria: a auditoria de regularidade (ou conformidade) e a auditoria operacional (ou de desempenho). Segundo a Organização Internacional de Entidades Fiscalizadoras Superiores – INTOSAI, a Auditoria de regularidade (regularity audit) compreende Auditoria financeira, Auditoria de controles internos e Auditoria da legalidade de atos administrativos. Já a auditoria operacional, por sua vez, tem um foco mais voltado para a gestão. Segundo o Manual de Auditoria Operacional do TC, a auditoria operacional é o processo de coleta e análise sistemáticas de informações sobre características, processos e resultados de um programa, atividade ou organização, com base em critérios fundamentados, com o objetivo de aferir o desempenho da gestão governamental. Tópico 2: Três procedimentos de auditoria que deverão ser adotados. Justifique-os. Há uma série de procedimentos de que podem ser adotados no processo de fiscalização e auditoria, que podem ser citadas na resposta. 1) Avaliação do Sistema de Controle Interno: avaliação dos controles que auxiliam a entidade a cumprir as leis, as normas e os regulamentos; 2) Circularização (Confirmação Externa): confirmação, junto a terceiros, de fatos alegados pela entidade; 3) Exame e comparação de livros e registos: o confronto, o contejamento e a comparação de registros e documentos, para a comprovação da validade e autenticidade do universo, população ou amostra examinada; 4) Exame e comprovação documental: consistem em apurar, demonstrar, corroborar e concorrer para provar, acima de qualquer dúvida cabível, a validade e autenticidade de uma situação, documento ou atributo ou responsabilidade do universo auditado, através de provas obtidas em documentos integrantes dos processos administrativo, orçamentário, financeiro, contábil, operacional, patrimonial, ou gerencial do ente público no curso normal da sua atividade e dos quais o profissional de auditoria governamental se vale para evidenciar suas constatações, conclusões e recomendações.

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MatériaServiço Social
BancaInstituto AOCP

Rodrigo, assistente social da Universidade do Estado do Amapá – UEAP foi convidado a participar de uma discussão multidisciplinar com outras categorias para construir coletivamente estratégias de atendimento a um aluno da UEAP que está em situação de risco e vulnerabilidade social e responder ofício encaminhado pelo Ministério Público do Amapá.

De acordo com a Resolução n° 557/2009 do CFESS, discorra sobre o trabalho do assistente social em equipe multidisciplinar e a emissão de opinião técnica conjunta entre o assistente social e outros profissionais.

Jéssica, 18 anos, gestante, estudante universitária, procurou atendimento junto ao Setor de Serviço Social da Universidade do Estado do Amapá – UEAP para orientações sobre a entrega do seu filho para adoção. A gestante apresentou os seguintes questionamentos:

a) Como dar início ao processo?

b) Após a manifestação, como o processo seguirá?

c) Em caso de arrependimento, há possibilidade de voltar atrás na decisão? d) O genitor precisa, necessariamente, ficar sabendo da decisão da mãe?

Considerando o caso apresentado e com base no Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei n° 8.069/1990), discorra sobre como o assistente social deve orientar a jovem para esclarecer suas dúvidas.

A Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS), promulgada em 7 de dezembro de 1993, e suas alterações posteriores (Lei 12.435 de 2011) representam uma conquista importante no terreno da assistência social. No entanto, não basta nem a existência nem o conhecimento da lei para que a vida da população pobre seja alterada. São necessários mecanismos que confirmem o protagonismo da população (COUTO, 2010).

Nessa perspectiva, a LOAS, em seu Art. 6º, aborda a gestão das ações na área de assistência social organizada sob a forma de sistema descentralizado e participativo, denominado Sistema Único de Assistência Social (SUAS). A partir desses apontamentos, discorra e conceitue a Proteção Social Básica …

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