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Órgão
Ano
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Q88018 | Contabilidade Geral
Banca: CesgranrioVer cursos
Ano: 2007
Órgao: BNDES - Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social
Cargo: Profissional Básico - BNDES

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A Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC) foi introduzida nos EUA através do FAS 95, emitido em novembro de 1987, em substituição à Demonstração de Origens e Aplicações de Recursos (DOAR).
Na realidade, percebe-se uma tendência mundial de substituição da DOAR pela DFC. Espera-se que, em breve, no Brasil, também haja a mesma substituição.
Dentre as diversas razões pelas quais os principais países do mundo estão substituindo a DOAR pela DFC, está a necessidade dos usuários das demonstrações financeiras poderem avaliar a capacidade de geração de caixa por parte da empresa.
Assim, uma das principais regras estabelecidas pelo FAS 95 e adotada pelos organismos internacionais de contabilidade foi sobre o conceito de caixa. Explique o que constitui o conceito de caixa.
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1) Apenas um exemplo. O conteúdo real é bem diferente. O tipo de auditoria mais apropriado para o caso é a auditoria de regularidade ou de conformidade. No que tange ao objeto auditado, pode-se extrair dois tipos principais de auditoria: a auditoria de regularidade (ou conformidade) e a auditoria operacional (ou de desempenho). Segundo a Organização Internacional de Entidades Fiscalizadoras Superiores – INTOSAI, a Auditoria de regularidade (regularity audit) compreende Auditoria financeira, Auditoria de controles internos e Auditoria da legalidade de atos administrativos. Já a auditoria operacional, por sua vez, tem um foco mais voltado para a gestão. Segundo o Manual de Auditoria Operacional do TC, a auditoria operacional é o processo de coleta e análise sistemáticas de informações sobre características, processos e resultados de um programa, atividade ou organização, com base em critérios fundamentados, com o objetivo de aferir o desempenho da gestão governamental. Tópico 2: Três procedimentos de auditoria que deverão ser adotados. Justifique-os. Há uma série de procedimentos de que podem ser adotados no processo de fiscalização e auditoria, que podem ser citadas na resposta. 1) Avaliação do Sistema de Controle Interno: avaliação dos controles que auxiliam a entidade a cumprir as leis, as normas e os regulamentos; 2) Circularização (Confirmação Externa): confirmação, junto a terceiros, de fatos alegados pela entidade; 3) Exame e comparação de livros e registos: o confronto, o contejamento e a comparação de registros e documentos, para a comprovação da validade e autenticidade do universo, população ou amostra examinada; 4) Exame e comprovação documental: consistem em apurar, demonstrar, corroborar e concorrer para provar, acima de qualquer dúvida cabível, a validade e autenticidade de uma situação, documento ou atributo ou responsabilidade do universo auditado, através de provas obtidas em documentos integrantes dos processos administrativo, orçamentário, financeiro, contábil, operacional, patrimonial, ou gerencial do ente público no curso normal da sua atividade e dos quais o profissional de auditoria governamental se vale para evidenciar suas constatações, conclusões e recomendações.

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O tipo de auditoria mais apropriado para o caso é a auditoria de regularidade ou de conformidade. No que tange ao objeto auditado, pode-se extrair dois tipos principais de auditoria: a auditoria de regularidade (ou conformidade) e a auditoria operacional (ou de desempenho). Segundo a Organização Internacional de Entidades Fiscalizadoras Superiores – INTOSAI, a Auditoria de regularidade (regularity audit) compreende Auditoria financeira, Auditoria de controles internos e Auditoria da legalidade de atos administrativos. Já a auditoria operacional, por sua vez, tem um foco mais voltado para a gestão. Segundo o Manual de Auditoria Operacional do TC, a auditoria operacional é o processo de coleta e análise sistemáticas de informações sobre características, processos e resultados de um programa, atividade ou organização, com base em critérios fundamentados, com o objetivo de aferir o desempenho da gestão governamental. Há uma série de procedimentos de que podem ser adotados no processo de fiscalização e auditoria, que podem ser citadas na resposta. Avaliação do Sistema de Controle Interno: avaliação dos controles que auxiliam a entidade a cumprir as leis, as normas e os regulamentos; Circularização (Confirmação Externa): confirmação, junto a terceiros, de fatos alegados pela entidade; Exame e comparação de livros e registos: o confronto, o contejamento e a comparação de registros e documentos, para a comprovação da validade e autenticidade do universo, população ou amostra examinada; Exame e comprovação documental: consistem em apurar, demonstrar, corroborar e concorrer para provar, acima de qualquer dúvida cabível, a validade e autenticidade de uma situação, documento ou atributo ou responsabilidade do universo auditado, através de provas obtidas em documentos integrantes dos processos administrativo, orçamentário, financeiro, contábil, operacional, patrimonial, ou gerencial do ente público no curso normal da sua atividade e dos quais o profissional de auditoria governamental se vale para evidenciar suas constatações, conclusões e recomendações. Processos administrativo, orçamentário, financeiro, contábil, operacional, patrimonial, ou gerencial do ente público no curso normal da sua atividade e dos quais o profissional de auditoria governamental se vale para evidenciar suas constatações, conclusões e recomendações.

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MatériaContabilidade Geral
BancaCesgranrio
Dados extraídos da contabilidade da Cia. Missisipi S/A em 31/12/2010:
Ativo total…………………………………………..R$ 20.000.000,00
Capital próprio…………………………………….R$ 15.000.000,00
Capital de terceiros………………………………R$   5.000.000,00
Lucro operacional líquido……………………….R$   2.250.000,00
Custo do capital de terceiros………………………….12% ao ano
Expectativa de r…
A Cia. Noroeste S/A apresentou o seguinte balancete de verificação em 30/Novembro/2008:
CONTAS   SALDO DEVEDOR     SALDO CREDOR  
Caixa 15.000,00
Banco C/Movimento 45.000,00
Duplicatas a Receber 60.000,00
Provisão para Devedores Duvidosos 3.000,00
Estoques 50.000,00
Prêmios de Seguro a Apropriar 12.000,00
Veículos 20.000,00
Móveis e Utensílios 20.000,00
Máquinas e Equipamentos 40.000,00
Instalações 50.000,00
Depreciação Acumulada 15.000,00
Fornecedores 50.000,00
Duplicatas a Pagar 15.000,00
Salários e Encargos a pagar 10.000,00
Juros a Pagar 3.000,00
Empréstimos a pagar de Longo Prazo 30.000,00
Capital Social 170.000,00
Reserva Legal

O ativo imobilizado apresentava as seguintes características:

  • Valor de venda do ativo a vista no mercado: R$120.000,00;
  • Custo do Ativo registrado na contabilidade: R$140.000,00;
  • Comissão de venda paga pelo vendedor: R$3.000,00;
  • Frete pago pela venda do ativo: R$2.500,00;
  • Depreciação acumulada: R$35.000,00;
  • Capacidade de produção projetada para os próximos 3 anos, sendo que após este período será reduzido a sucata sem valor residual:
  • 1º ano: 3.000 unidades;
  • 2º ano: 3.500 unidades;
  • 3º ano: 2.500 unidades.
  • O fluxo de caixa líquido referente a venda de cada unidade será de R$15,00 nos três anos;
  • O custo do capital na empresa é de 12% ao ano.

A partir dessa situação hipotética, tendo como base …

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Omar
Omar
Inscrito
2 anos atrás

No Brasil houve a convergência das normas contábeis aos padrões internacionais. Deste modo, a DOAR foi extinta em 2007, com a chegada da Lei 11.638. Hoje, estas informações são repassadas por meio de outras demonstrações financeiras obrigatórias, como a Demonstração de Valor Adicionado (DVA). Na mesma época, também se tornou necessária a apresentação da Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC).

O conceito de caixa foi definido pela NBC TG 03. Caixa compreende numerário em espécie e depósitos bancários disponíveis. Equivalentes de caixa são aplicações financeiras de curto prazo, de alta liquidez, que são prontamente conversíveis em montante conhecido de caixa e que estão sujeitas a um insignificante risco de mudança de valor. Portanto, um investimento normalmente qualifica-se como equivalente de caixa somente quando tem vencimento de curto prazo, por exemplo, três meses ou menos, a contar da data da aquisição.

Na prática, quando se lê o valor da conta caixa/bancos no Balanço Patrimonial (BP) já se conhece a variação total do caixa das atividades operacionais da empresa no período. Os saldos bancários a descoberto devem estar incluídos na conta caixa/bancos do BP. Este saldo negativo deve estrar na composição da DFC.

Os fluxos de caixa decorrentes de transações em moeda estrangeira devem ser registrados na moeda funcional da entidade, convertendo-se o valor à taxa cambial da data do fluxo do caixa.

Em suma, a DFC tem por finalidade evidenciar a formação e a variação das contas caixa/banco e equivalente de caixa da entidade.