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Q443225 | Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Instituto ConsulplanVer cursos
Ano: 2024
Órgao: Pref Iúna - Prefeitura Municipal de Iúna
Cargo: Analista Ambiental

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Texto I

Lei Seca surte efeito em jovens, mas ainda precisa melhorar, alerta especialista

Após 15 anos de sua implementação, a Lei Seca do Brasil (Lei nº 11.705/2008) parece surtir cada vez mais efeito na população mais jovem que dirige automóveis. Ao menos é o que indica uma pesquisa realizada neste ano pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran). Segundo o relatório, que traz diversas estatísticas relacionadas ao assunto, 19,8% dos motoristas flagrados ao volante sob efeito de álcool têm menos de 30 anos.

O que chama atenção é que esse porcentual é menor que o de motoristas mais velhos flagrados dirigindo sob efeito do álcool.

Em pessoas na faixa dos 30 aos 40 anos, o índice chega a 30,7% do total, o que coloca essa turma na liderança da tabela divulgada pela
Senatran. Eles são seguidos pela faixa etária dos 41 aos 50 anos, que representam 23,4%.

O músico e estudante Orlando Miotto, de 23 anos, é prova de que o pensamento da geração mais jovem parece ser diferente, sobretudo porque os condutores habilitados de sua faixa etária tiraram a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) após a criação da Lei Seca.

Ele afirma que não dirige depois de beber, porque cresceu em um mundo onde álcool e direção sempre foram tratados quase que como um pecado capital. “Justamente por conta dessa conscientização em todos os lugares, eu sinto que não consigo beber e dirigir com a consciência limpa.”

(Disponível em: https://jornal.usp.br/noticias/. Fragmento.)

Texto II

(Disponível em: https://www.gov.br/fundacentro/pt-br/comunicacao/noticias/noticias/2023/maio/

movimento-maio-amarelo-reforca-a-importanciade-acoes-para-reduzir-acidentes-de-transito.)

Texto III

Dados da OMS mostram que países de baixa e média renda concentram 60% das mortes por sinistros de trânsito no mundo.

 Comparando os dados do Brasil com a Europa, podemos apontar quatro diferenças importantes para compreendermos por que a insegurança viária é tão alarmante por aqui: infraestrutura, segurança veicular, educação e economia.

Qualquer um que cruze o Atlântico percebe, em poucas horas observando ruas e rodovias do Velho Continente, que a infraestrutura da Europa, em geral, tem melhor pavimento, sistemas modernos contra impactos, sinalização ostensiva e uma manutenção regular. Quem conduz um veículo percebe, claramente, que lá é mais seguro do que aqui.

Em relação aos veículos, os vendidos na Europa passam por regulamentações mais restritas. A cada lançamento, surgem novos recursos tecnológicos que reduzem cada vez mais os riscos aos ocupantes dos veículos. Além disso, eles possuem uma frota mais nova, primam pela segurança em detrimento das características dos veículos ou mesmo o status que eles representam.

(Disponível em: https://mobilidade.estadao.com.br/mobilidade-para-que/pela-humanizacao-do-transito/.)

Texto IV

Mortes no trânsito aumentam, e Brasil não cumpre meta global de redução de acidentes.

Compromisso assumido em 2010 determinava queda de 50% nas ocorrências; maior parte dos óbitos ocorre entre motociclistas.

(Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/2023/08/03/ Fragmento.)

Considerando os textos como motivadores, redija uma dissertação acerca do seguinte tema:

“A urgência do debate sobre a insegurança no trânsito no Brasil”.


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1) Apenas um exemplo. O conteúdo real é bem diferente. O tipo de auditoria mais apropriado para o caso é a auditoria de regularidade ou de conformidade. No que tange ao objeto auditado, pode-se extrair dois tipos principais de auditoria: a auditoria de regularidade (ou conformidade) e a auditoria operacional (ou de desempenho). Segundo a Organização Internacional de Entidades Fiscalizadoras Superiores – INTOSAI, a Auditoria de regularidade (regularity audit) compreende Auditoria financeira, Auditoria de controles internos e Auditoria da legalidade de atos administrativos. Já a auditoria operacional, por sua vez, tem um foco mais voltado para a gestão. Segundo o Manual de Auditoria Operacional do TC, a auditoria operacional é o processo de coleta e análise sistemáticas de informações sobre características, processos e resultados de um programa, atividade ou organização, com base em critérios fundamentados, com o objetivo de aferir o desempenho da gestão governamental. Tópico 2: Três procedimentos de auditoria que deverão ser adotados. Justifique-os. Há uma série de procedimentos de que podem ser adotados no processo de fiscalização e auditoria, que podem ser citadas na resposta. 1) Avaliação do Sistema de Controle Interno: avaliação dos controles que auxiliam a entidade a cumprir as leis, as normas e os regulamentos; 2) Circularização (Confirmação Externa): confirmação, junto a terceiros, de fatos alegados pela entidade; 3) Exame e comparação de livros e registos: o confronto, o contejamento e a comparação de registros e documentos, para a comprovação da validade e autenticidade do universo, população ou amostra examinada; 4) Exame e comprovação documental: consistem em apurar, demonstrar, corroborar e concorrer para provar, acima de qualquer dúvida cabível, a validade e autenticidade de uma situação, documento ou atributo ou responsabilidade do universo auditado, através de provas obtidas em documentos integrantes dos processos administrativo, orçamentário, financeiro, contábil, operacional, patrimonial, ou gerencial do ente público no curso normal da sua atividade e dos quais o profissional de auditoria governamental se vale para evidenciar suas constatações, conclusões e recomendações.

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