“Todo filme brasileiro deve ser visto” dizia Adhemar Gonzaga, durante a década de 1920, opinião que reverberou durante décadas nos governos brasileiros que ora se preocuparam ora se desinteressaram do projeto de um cinema nacional de nível industrial capaz de fazer frente às produções cinematográficas estrangeiras. Paulo Emílio Salles Gomes, na década de 1960, também dizia que “qualquer filme brasileiro sempre será melhor do que qualquer filme estrangeiro”. No entanto, a força real que levou à formulação de políticas públicas voltadas à emancipação do cinema nacional e ao desenvolvimento da indústria cinematográfica brasileira até os dias atuais é a tomada de consciência da classe artística, profissional e política em favor da regulação de cotas de tela para garantir que o mercado de exibição de cinema seja capaz de superar a hegemonia das majors”.
Discorra sobre a importância das cotas de tela em favor de um desenvolvimento sustentável, criativo e decolonial do cinema e do audiovisual brasileira, considerando:
a) os objetivos dessa medida;
b) dados quantitativos;
c) referências qualitativas;
d) demonstração de exemplos internacionais;
e) duas vantagens e duas desvantagens dessa medida.
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