A pauta LGBT — lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais — no Brasil vem ganhando importância e sendo mais citada no meio acadêmico, no meio político e na sociedade civil. Mesmo assim, a comunidade LGBT no Brasil enfrenta violência em consequência da LGBTfobia. No dia 17 de maio, é comemorado o dia internacional contra a homofobia. No ano de 2021, várias organizações internacionais e governos ao redor do globo celebraram o dia e enviaram uma mensagem clara: não há espaço para a LGBTfobia. Além disso, o Supremo Tribunal Federal (STF) tomou uma decisão importante sobre o assunto: enquadrou a homofobia e a transfobia como crimes de racismo. A Corte entendeu que houve omissão inconstitucional do Congresso Nacional ao não editar lei que criminalizasse atos de homofobia e de transfobia. Além disso, o STF também entendeu que ocorreu um atraso do Congresso Nacional em relação à questão, o que acarretou um atentado aos direitos fundamentais da comunidade LGBT.
Internet: <www.politize.com.br> (com adaptações).
Em todo o país, 445 pessoas da comunidade LGBT foram assassinadas em 2017 em crimes motivados pela homofobia, o que representa uma morte a cada 19 horas. Entre os estados da região Nordeste, Sergipe ficou em penúltimo lugar no ranking de casos de crimes registrados de homofobia, conforme levantamento do Grupo Gay da Bahia, feito com base em notícias veiculadas pelos meios de comunicação. Para os ativistas LGBT, essa é uma realidade difícil de ser contornada se não houver políticas públicas que visem coibir a homofobia. A comunidade LGBT sente que não há amparo do poder público e ainda falta vontade política para o enfrentamento à intolerância de gênero. O enfrentamento, segundo Marcelo Lima de Menezes, presidente da Associação de Defesa Homossexual de Sergipe (ADHONS), decorre de ações públicas no campo da segurança e da educação, além de melhorias de atendimento à saúde.
Internet: <www.f5news.com.br> (com adaptações).
CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988 (CF)
Art. 5.º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade […].
Considerando que os fragmentos de texto acima têm caráter unicamente motivador, redija um texto dissertativo acerca do seguinte tema.
O COMBATE À HOMOFOBIA COMO EXPRESSÃO DA GARANTIA DOS DIREITOS HUMANOS
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Virou lei a Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo. A nova norma (Lei 14.944, de 2024) estabelece diretrizes para o uso do fogo em áreas rurais, com foco na sustentabilidade e na proteção da biodiversidade. A legislação busca promover a substituição gradual das queimadas por técnicas alternativas, especialmente em comunidades tradicionais e indígenas que possuem práticas relacionadas ao manejo do fogo. (…).
A lei — que modifica o Código Florestal (Lei 12.651, de 2012) e a Lei dos Crimes Ambientais (Lei 9.605, de 1998) — permite que comunidades indígenas e quilombolas façam queimadas para agricultura de subsistência, desde que sejam observadas condições específicas, como acordos …
Muita gente vê como opção compulsória a decisão entre “julgar com a cabeça” e “julgar com o coração”. Nesses termos, razão e sentimento tornam-se incompatíveis. O homem deveria reconhecer e homenagear sua complexidade, jamais admitindo essa drástica separação, pela qual tanto o sentimento como a razão saem diminuídos.
Levando em conta o que afirma esse texto, cria-se a seguinte reflexão:
“Quem julga sem equilibrar lucidez e sensibilidade alcança a justiça?”
Nesse sentido, redija um texto dissertativo-argumentativo, fundamentando o seu ponto de vista acerca desse tema.
TEXTO I
A violência mais atendida nas unidades de saúde, contra crianças e adolescentes de 0 a 13 anos, é o estupro, que ocorre na própria casa da vítima em 58% dos casos. Entre aqueles com 10 a 19 anos, a violência sexual é igualmente a mais sofrida, na maioria contra as meninas.
Os agressores são na maior parte os próprios pais, padrastos, familiares, namorados ou pessoas conhecidas das vítimas 7. Dados mundiais assemelham-se, 90% das adolescentes de diversas nacionalidades, vítimas de violência sexual, denunciam que o autor da primeira violação era alguém próximo ou conhecido. Infelizmente, apenas 1% delas procura ajuda profissional após o estupro pelo medo da rejeição social e familiar,…



