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Q148502 | Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VunespVer cursos
Ano: 2022
Órgao: ALESP - Assembleia Legislativa de São Paulo
Cargo: Técnico Legislativo

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Texto 1

O consumo de carne vem aumentando drasticamente desde a década de 1960, especialmente da década de 1980 em diante. Alguns estudos sugerem que, de 1960 a 2010, houve um aumento de 204% na oferta de produtos cárneos; outros relatam aumentos de até 500%, de 1992 até 2016.

Segundo uma pesquisa publicada na revista Science, em 2018, a quantidade média de carne consumida por pessoa globalmente quase dobrou nos últimos cinquenta anos, passando de cerca de 23 quilos em 1961 para 43 quilos em 2014. Um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU), publicado em 2012, estima que o consumo global de carne aumente 76% até a metade do século 21, especialmente da bovina.

Mas, na prática, quais seriam os impactos dessa taxa crescente? Cientistas são praticamente unânimes ao afirmar que o consumo exacerbado de carne desempenha um papel significativo nas emissões de gases do efeito estufa. Entre as práticas agrícolas, a pecuária é um dos fatores responsáveis pelas mudanças climáticas globais, contribuindo com 12% a 18% do total das emissões de gás carbônico e metano, ocasionadas pelo desmatamento de áreas usadas para pastagens e pelo processo digestivo dos animais.

Algumas pesquisas ainda relatam diferenças significativas entre as emissões de carbono de dietas que incluem carne e dietas vegetarianas. Um estudo de 2014, por exemplo, concluiu que dietas ricas em carne emitem 7,19 equivalentes de dióxido de carbono por dia, enquanto uma dieta vegetariana emite somente 3,81 – ou seja, uma redução de quase metade das emissões de gases do efeito estufa. A diminuição é ainda menor quando se trata de dietas veganas, que emitem somente 2,89 de CO2 por dia.

(“Carne: vilã para o planeta e a saúde humana?”. www.ecycle.com.br. Adaptado)

Texto 2

As proteínas ingeridas pelo ser humano são importantes para a estrutura, a função e a regulação das células, dos tecidos e dos órgãos do corpo. As proteínas possuem funções únicas e são componentes essenciais dos músculos, da pele, dos ossos e do corpo como um todo. São moléculas compostas por aminoácidos essenciais, os quais só podem ser obtidos através dos alimentos, pois o nosso organismo não os sintetiza, ou seja, não é capaz de produzir os nutrientes de que necessita, como fazem os organismos dos seres vegetais.

A proteína animal fornece todos os aminoácidos essenciais, enquanto a proteína vegetal apenas os fornece parcialmente. As vitaminas são nutrientes indispensáveis à vida humana e, como o nosso organismo não tem capacidade de as sintetizar, há de se assegurar a sua ingestão através da alimentação. Embora não forneçam energia, as vitaminas estão envolvidas em variados processos metabólicos que asseguram a nossa vitalidade e a energia diária.

O consumo de carne fornece ao organismo a vitamina B3, muito importante nas reações de produção de energia pelas células, a B6, que participa da formação dos glóbulos vermelhos e do funcionamento do sistema nervoso, a B7, muito importante no metabolismo dos açúcares, gorduras e proteínas, e a B12, que contribui para a prevenção do aparecimento de anemias, a formação dos glóbulos vermelhos e o correto funcionamento do sistema nervoso.

Também os minerais não são sintetizados pelo organismo, sendo assim de grande importância a sua ingestão através da alimentação. Eles contribuem para a regulação do funcionamento e da manutenção celular, facilitam o transporte de variadas substâncias e mantêm a atividade muscular e nervosa. A carne fornece ao organismo diversos minerais, tais como: sódio, potássio, fósforo, ferro, flúor e selênio. Cumpre destacar que o ferro é um mineral muito importante, pois participa do transporte de oxigênio pelo sangue, como constituinte da hemoglobina.

(“Importância da carne na alimentação humana”. www.tecnoalimentar.pt, 31.08.2020. Adaptado)

Com base nos textos apresentados e em seus próprios conhecimentos, escreva um texto dissertativo-argumentativo, empregando a norma-padrão da língua portuguesa, sobre o tema:

Consumo de carne: entre os prejuízos causados ao meio ambiente e a necessidade humana de proteína animal

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1) Apenas um exemplo. O conteúdo real é bem diferente. O tipo de auditoria mais apropriado para o caso é a auditoria de regularidade ou de conformidade. No que tange ao objeto auditado, pode-se extrair dois tipos principais de auditoria: a auditoria de regularidade (ou conformidade) e a auditoria operacional (ou de desempenho). Segundo a Organização Internacional de Entidades Fiscalizadoras Superiores – INTOSAI, a Auditoria de regularidade (regularity audit) compreende Auditoria financeira, Auditoria de controles internos e Auditoria da legalidade de atos administrativos. Já a auditoria operacional, por sua vez, tem um foco mais voltado para a gestão. Segundo o Manual de Auditoria Operacional do TC, a auditoria operacional é o processo de coleta e análise sistemáticas de informações sobre características, processos e resultados de um programa, atividade ou organização, com base em critérios fundamentados, com o objetivo de aferir o desempenho da gestão governamental. Tópico 2: Três procedimentos de auditoria que deverão ser adotados. Justifique-os. Há uma série de procedimentos de que podem ser adotados no processo de fiscalização e auditoria, que podem ser citadas na resposta. 1) Avaliação do Sistema de Controle Interno: avaliação dos controles que auxiliam a entidade a cumprir as leis, as normas e os regulamentos; 2) Circularização (Confirmação Externa): confirmação, junto a terceiros, de fatos alegados pela entidade; 3) Exame e comparação de livros e registos: o confronto, o contejamento e a comparação de registros e documentos, para a comprovação da validade e autenticidade do universo, população ou amostra examinada; 4) Exame e comprovação documental: consistem em apurar, demonstrar, corroborar e concorrer para provar, acima de qualquer dúvida cabível, a validade e autenticidade de uma situação, documento ou atributo ou responsabilidade do universo auditado, através de provas obtidas em documentos integrantes dos processos administrativo, orçamentário, financeiro, contábil, operacional, patrimonial, ou gerencial do ente público no curso normal da sua atividade e dos quais o profissional de auditoria governamental se vale para evidenciar suas constatações, conclusões e recomendações.

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O tipo de auditoria mais apropriado para o caso é a auditoria de regularidade ou de conformidade. No que tange ao objeto auditado, pode-se extrair dois tipos principais de auditoria: a auditoria de regularidade (ou conformidade) e a auditoria operacional (ou de desempenho). Segundo a Organização Internacional de Entidades Fiscalizadoras Superiores – INTOSAI, a Auditoria de regularidade (regularity audit) compreende Auditoria financeira, Auditoria de controles internos e Auditoria da legalidade de atos administrativos. Já a auditoria operacional, por sua vez, tem um foco mais voltado para a gestão. Segundo o Manual de Auditoria Operacional do TC, a auditoria operacional é o processo de coleta e análise sistemáticas de informações sobre características, processos e resultados de um programa, atividade ou organização, com base em critérios fundamentados, com o objetivo de aferir o desempenho da gestão governamental. Há uma série de procedimentos de que podem ser adotados no processo de fiscalização e auditoria, que podem ser citadas na resposta. Avaliação do Sistema de Controle Interno: avaliação dos controles que auxiliam a entidade a cumprir as leis, as normas e os regulamentos; Circularização (Confirmação Externa): confirmação, junto a terceiros, de fatos alegados pela entidade; Exame e comparação de livros e registos: o confronto, o contejamento e a comparação de registros e documentos, para a comprovação da validade e autenticidade do universo, população ou amostra examinada; Exame e comprovação documental: consistem em apurar, demonstrar, corroborar e concorrer para provar, acima de qualquer dúvida cabível, a validade e autenticidade de uma situação, documento ou atributo ou responsabilidade do universo auditado, através de provas obtidas em documentos integrantes dos processos administrativo, orçamentário, financeiro, contábil, operacional, patrimonial, ou gerencial do ente público no curso normal da sua atividade e dos quais o profissional de auditoria governamental se vale para evidenciar suas constatações, conclusões e recomendações. Processos administrativo, orçamentário, financeiro, contábil, operacional, patrimonial, ou gerencial do ente público no curso normal da sua atividade e dos quais o profissional de auditoria governamental se vale para evidenciar suas constatações, conclusões e recomendações.

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