O professor regente de sala de aula é o responsável pelo aluno surdo e, por isso, deve ver o intérprete como um aliado para entender esse aluno. A função do intérprete é puramente técnica, de intermediar as duas línguas envolvidas no processo educacional. A escola não deve esperar que um intérprete prepare aulas, dê notas, cuide da turma, afinal, sua principal atribuição é aperfeiçoar sua interpretação/tradução, por meio de estudos terminológicos entre a língua portuguesa e a LIBRAS. O intérprete poderá, como estratégia de interpretação, utilizar os recursos visuais trazidos pelo professor regente — espera-se que o professor traga esses recursos, não apenas pelo aluno surdo, mas por todos —, para estabelecer algum sinal ou contextualizar no espaço da sinalização sua interpretação.
João P. Ampessan et al. Intérpretes educacionais: orientações quanto à sua prática profissional. Florianópolis: Secretaria de Estado de Educação de Santa Catarina. Fundação Catarinense de Educação Especial, 2013, p. 32. Internet: <www.fcee.sc.gov.br> (com adaptações).
Considerando que o texto acima tem caráter unicamente motivador, redija um texto acerca do papel do intérprete educacional no contexto da sala de aula. Ao elaborar seu texto, aborde os seguintes aspectos:
1 as diferenças entre as atribuições do professor regente e as atribuições do tradutor e intérprete educacional, de acordo com a legislação vigente; [valor: 3,50 pontos]
2 a imprescindibilidade do acesso prévio aos planejamentos das aulas, uma vez que o intérprete educacional, embora não tenha formação em todas as disciplinas, terá de interpretá-las; [valor: 3,00 pontos]
3 a formação continuada necessária ao tradutor e intérprete de LIBRAS, sobretudo na área da terminologia. [valor: 3,00 pontos]
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